
No ensino superior temos:
Nacionalmente a UNE;
Nos estados federativos a UEE;
Nas instituições de ensino o DCE;
Nos cursos nacionalmente as executivas e federações de curso;
Nos cursos das instituições os Diretórios acadêmicos e Centros Acadêmicos;
Nas turmas os representantes de turma.
No ensino fundamental e ensino médio temos:
Nacionalmente a UBES;
Nos estados a UEES;
Nos municípios a UMES
Nas instituições de ensino os grêmios estudantis;
Nas turmas os representantes de turma.
Ainda se encontra outros tipos formais como: associações de casa de estudantes, Atlética Esportiva, Executivas de curso, etc.
Na maneira informal o movimento estudantil pode ser organizado a partir de afinidades por temas: político, religioso, esportista, acadêmico, cultural etc.
Essas entidades servem para nos representar, organizar, cobrar nossos direitos e estar a nossa frente nas lutas.
No dia 12 de fevereiro, data de criação, sete movimentos sociais, além de representantes de parlamentares e partidos políticos, decidiram criar a Frente para combater esse aumento.
As reuniões da UJES da são feitas duas vezes ao mês, sendo uma semana sim e outra não. O calendário de reuniões ficou da seguinte forma:
Fevereiro: dias 14 e 28;
Março: dias 14 e 28;
Abril: dias 11 e 25;
Maio: dias 09 e 23;
Junho: dias 06 e 20;
Julho: dias 04 e 18;
Agosto: dias 01,15 e 29;
Setembro: dias 12 e 26;
Outubro: dias 10 e 24;
Novembro: dias 07 e 21;
Dezembro: dias 05 e 19.
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Desse encontro, saíram as seguintes reivindicações ao poder público.
As empresas querem aumentar a tarifa de transporte de ônibus 9,76% — 20 centavos a mais.
Propõe-se que essa frente haja como mobilizadora e informadora, nesse sentido serão construídos panfletos e manifestos explicativos, que distribuídos nas escolas e pontos de movimentos sociais de Joinville, trazendo informação e atualização à população a fim de que todos nós estudantes ou comunidade possamos estar cientes do que ocorre em nossa cidade, vamos ter informação de o que os grandes empresários pretendem fazer para ter lucro à nossas custas e como nós estudantes e população iremos nos mobilizar para barrar esse aumento, que é extremamente abusivo, sendo que eles tem ganhos absurdos às custas do povo trabalhador que precisa desse veiculo de transporte para trabalhar e pagar a alimentação de sua família e viver de modo digno.
a) Representar os estudantes da sua escola, promovendo sua organização e defesa de suas reivindicações;
b) Defender os interesses gerais dos estudantes e de cada um em particular;
c) Manter relações e promover atividades com associações semelhantes, sempre que necessário e conveniente aos interesses e aspirações dos estudantes;
d) Relacionar-se e cooperar com as entidades representativas de estudantes, da população e dos trabalhadores;
e) Incentivar as relações amistosas entre as organizações estudantis democráticas e unitárias de todo o mundo, e participar ativamente nos seus movimentos;
g) Lutar em defesa do ensino público e gratuito e de qualidade em todos os níveis;
h) Lutar pelo livre acesso à educação;
i) Combater pela contínua adequação do ensino às reais necessidades científicas e do interesse da maioria do povo;
j) Combater pela democracia e pelo respeito às liberdades fundamentais do homem, sem distinção de raça, cor, nacionalidade, sexo, convicção política ou religiosa;
l) Lutar para que todos os direitos dos estudantes sejam atendidos em seu ambiente de ensino (sua escola).
Na luta pelos direitos da juventude e por um mundo melhor.
A União Joinvillense dos estudantes secundaristas nasceu da necessidade que os estudantes têm de uma entidade municipal que os represente e lute por suas reenvidicações.
Tendo sido fundada em 1964, proibida em 1968 pela ditadura militar, e reorganizada em 1986, a UJES, tem um papel histórico de 37 anos de luta na hitória de nossa cidade. por esse motivo a UJES, combate pela contrução de uma entidade organizada de luta.
Para que novamente tenhamos um papel hitórico na mudança de nossa sociedade.
A Escola que Queremos é pública e de Qualidade!
Não adianta olhar pro céu com muita fé e pouca luta
Levanta ai que você tem muito protesto pra fazer (...)
Você pode voçê deve, pode crer {Gabriel o Pensador}
Na escola que queremos os professores ensinam com prazer, porque são valorizados e recebem um bom salário. As salas são confortáveis e equipadas com materiais didáticos, as quadras e os materiais poli-esportivos serão realidades que proporcionam lazer e desporto aos estudantes. As bibliotecas serão modernas e equipadas com computares ligadas à internet. Mas nao podemos ficar esperando, é preciso lutar para ver o sonho acontecer!
A realidade vivida nas escolas em todo nosso Brasil é dura. Em muitas delas faltam merenda escolar, salas com estrutura adequada, professores, bibliotecas e às vezes nem carteiras temos para sentar.
Dinheiro para melhorar a escola existe de montão, mas ele nao esta vindo para nossa educação. Os capitalistas roubam o dinheiro do nosso povo. O goveno FHC inventou uma lei, e teve a cara de pau de chamá-la de "Lei de Reponsabilidade Fiscal". Lula mantem essa lei, que de responsável não tem nada, pois diz que a prioridade do governo é o pagamento da divida externa e interna. Só neste ano já foram mais de 150 bilhoes de reais, que poderiam ser usados para melhorar a escola, contruir universidades, saúde, emprego, etc.
Já o FUNDEB vincula o custeio à educação com o momento político vivido pelo país pois seus recursos são vinculados com a porcetagem de impostos. Assim quando a economia vai bem, temos um pouquinho de verba, mas quando vai mal, a educação fica de "maos abanando". E o PDE (Plano de Desenvolvimento da Educaçâo) feito pelo governo Lulça diz que vai trazer melhorias para educação, mas nao aumenta de forma significativa as verbas.
Queremos as verbas necessarias para o custeio da educação!

Séculos de guerras religiosas, de exploração imperialista e de genocídio fizeram com que se acumulasse um ódio no coração do povo islâmico (grande maioria na região) que agora esta a ponto de explodir, a maior expressão dessa realidade é o ataque as Torres Gêmeas nos EUA. Porém não há um movimento organizado no oriente médio para combater a exploração dos grandes países capitalistas. Existem grupos de guerrilhas armadas e surpreendentemente muito bem armadas que fazem pequenos atentados suicidas ou lançam foguetes contra territórios ocupados ou inimigos, essas guerras geralmente islâmicas não têm uma consciência de classe e são motivadas pelo fanatismo religioso que afasta cada vez mais as massas da luta de classes.
E como se a coisa já não estivesse bastante ruim o Estado Sionismo de Israel invadiu covardemente a Faixa de Gaza (território disputado por eles e pelo grupo extremista Hamaas) bombardeando cidades e matando centenas de civis, então a sua verdadeira face racista e a serviço do imperialismo americano foi mostrada ao mundo. Israel usa como pretexto para esse crime de guerra o de que o território é usado como base de lançamentos de foguetes contra o seu território pelo grupo Hamaas, mas é obvio que não justifica que Israel lance mísseis contra escolas da ONU, e contra uma população indefesa e oprimida.O que acontece em Gaza não é uma guerra é um genocídio, um holocausto,que tem um claro objetivo:destruir toda e qualquer resistência ao Império e o povo mulçumano!
O povo palestino a quem realmente pertence Gaza não pode deixar que sua família que suas crianças sofram as conseqüências mais cruéis do fanatismo e do capitalismo, é preciso união e força para lutar contra os invasores,e o que realmente falta no Oriente Médio,uma organização comunista para fazer frente junto ao povo oprimido da Terra Santa (mulheres mulçumanas,trabalhadores etc.) ao capitalismo,ao Estado religioso e racista de Israel e a todos os opressores do mundo,imperialistas!
Infelizmente a tradição milenar do povo mulçumano cultivada pelos grupos chamados ‘’xiitas’’(radicais islâmicos) emprega miséria e a desigualdade entre o povo do Oriente Médio, citando Marx: ’’A tradição de todas as gerações mortas oprime como um pesadelo o cérebro dos vivos’’. Mulheres, trabalhadores, jovens, todo o povo oprimido da Terra Santa ‘’Uni-vos’’!
Iago dos Santos Sartóri Paqui


