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Os alunos da E.E.B. Dr. Paulo Medeiros, organizados no grêmio estudantil, saíram às ruas na manhã do dia 23 /4 em defesa da segurança da escola que foi roubada novamente neste último feriado de páscoa.

Eles se mobilizaram na escola e fizeram uma passeata na Av. Alvino Hansen para cobrar do governo Raimundo Colombo (PSD) e chamar a atenção da comunidade para se unirem aos estudantes nesta luta pela segurança.

O grêmio busca uma reunião com a Secretária de Educação, Dalila Rosa Leal, para discutir sobre a situação das escolas públicas.

Dois novos atos estão marcados para hoje, às 19h e amanhã às 7h30 em frente a escola. O grêmio e os estudantes contam com a presença da comunidade e convidam todos para participar dessa luta por uma escola com vigilância 24h.


Eranildo Alex da Costa
Diretor de cultura do Grêmio Paulo Medeiros e Diretor da Ujes









Vigilância 24h já!

No início da manhã de terça-feira (22/04/14), quando os estudantes do E.E.B. Dr. Paulo Medeiros retornaram do feriado, depararam-se novamente com uma situação revoltante, a escola foi invadida, roubada e depredada, tudo isso devido à falta de um vigilante 24h.

Esta não foi a primeira vez, nos últimos dois anos a escola já foi roubada mais de 10 vezes, mas a Gerência de Educação não toma nenhuma providência.
Não podemos permitir que esta situação continue. A escola está sem condições para que os alunos possam estudar, pois os banheiros foram vandalizados e não há água.
Providência Já!

Estudantes em frente a SDR exigem reforma imagem: AN
Estudantes da Escola Conselheiro Mafra organizaram uma manifestação, no dia quatro de julho, em frente da Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR), para exigir reforma da instituição, que está interditada desde o ano passado.



Na terça-feira (07/05) houve uma manifestação em frente ao Annes Gualberto. Os estudantes foram para frente do colégio com flores e velas, simbolizando um velório. "Nosso Annes morreu!" falam os alunos. O colégio se encontra em um estado critico, onde não há trabalhadores reformando a escola. 


O Governo Raimundo Colombo decidiu fechar turmas e “reenturmar” os alunos. Essa decisão pode aumentar o número de estudantes em salas, que em muitas escolas já estão lotadas. A medida foi comunicada por meio de ofício (nº 0158/2013) enviado as gerências regionais de educação de todo o estado. O Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte- Joinville) afirma que essa ação pode gerar muitos problemas para os estudantes e trabalhadores em educação, além da superlotação de salas de aula, redução de carga horária de professores e demissão dos que ficarem sem aula.



Estudantes participaram de debate sobre o grêmio estudantil 


Na ultima terça-feira (16/04/2013) às quatro chapas concorrentes ao grêmio estudantil e a comissão eleitoral do IFSC de Joinville, participaram de um debate sobre o que é o grêmio estudantil. A discussão foi presidida pelo membro do Diretório Central dos Estudantes do Bom Jesus Ielusc, João Diego Leite. O líder estudantil foi ex-presidente da União Joinvilense dos Estudantes Secundarista (UJES) e atualmente é autor de uma cartilha sobre os grêmios estudantis juntamente com outro estudante.


Nos meses de fevereiro e março  foi distribuído, nas escolas secundaristas a primeira edição de 2013 do Jornal da União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas (UJES). O informativo pretende ser um elo de informação e comunicação dos estudantes dos estudantes de ensino médio da cidade. 




Nessa quinta-feira (11/04) os alunos da escola Engenheiro Annes Gualberto, no Bairro Iriríu fizeram uma manifestação em frente à escola reivindicando a reforma imediata. A escola, segundo o governo encontra-se em reforma desde 18 de março, sem previsão de término.




As interdições das escolas em Joinville demonstram que a prioridade dos governos não é a educação pública. Afinal, um governo que prioriza a educação, não ficaria 10 anos sem construir uma escola de ensino médio na maior cidade do estado. Também não deixaria nove escolas serem interditadas por falta de manutenção e nem fecharia duas escolas de educação infantil.

Na última quarta-feira (12/09), cerca de 50 estudantes do Colégio Governador Celso Ramos se reuniram na Praça da Bandeira para reivindicar do Governo do Estado a merenda que no dia anterior foi cortada em sua escola.  Tal medida foi realizada, pois a instituição não recebeu verbas suficientes para a alimentação dos alunos, tendo que racionar o alimento antes do corte. Com isso, os alunos do turno integral estão estudando em apenas um turno.

Os estudantes protestaram com cartazes e faixas, contando com o apoio da Ujes nessa manifestação. Ao final do ato, os alunos levarão a Gerência Regional de Ciência e Tecnologia (Geect), um abaixo assinado com mais de 250 assinaturas reivindicando a volta da merenda e a adequação da cozinha, que corre o risco de ser interditada pela vigilância sanitária.

A manifestação também teve repercussão na mídia:

Jornal do Almoço - RBS

Jornal do Meio-Dia - RIC

Notícias da Redação - BAND


O corte da merenda no Celso Ramos é apenas mais um exemplo do descaso do Governo do Estado com a Educação. O repasse de verbas para as escolas vem diminuindo a cada ano, precarizando assim a estrutura de nossas escolas. Devemos organizar grêmio estudantis nas escolas e reivindicar o que de fato é nosso. A Ujes apoia o movimento no Celso Ramos e se põe a disposição par auxiliar qualquer movimentação na cidade. 

Estudantes, sigam em luta!


Isadora Faber, 13 anos, tem um celular na mão e uma conta no Facebook. Mesmo com uso proibido durante as aulas, os dois se tornaram instrumento de uma pequena revolução na Escola Básica Maria Tomázia Coelho, no Santinho, em Florianópolis. No começo de julho, a garota criou a página Diário de Classe em que publica fotos e vídeos das dificuldades da escola pública, como a falta de manutenção na escola e de professores titulares.
Na timeline, é possível ver imagens de fiação exposta, vidro, mesa e maçaneta quebrados, lixeira usada com balde para conter goteiras. "Eu e meus colegas estávamos sempre reclamando. Aí um dia minha irmã mais velha me mostrou um blog de uma aluna e resolvi fazer algo parecido", conta Isadora.  Não apenas reclamações são postadas, mas também a evolução ou solução do problema. Quando a porta foi consertada e enfeitada, a garota escreveu: "Antes tínhamos colocado uma porta toda quebrada, só que trocaram por essa que está novinha e queremos mostrar pra vocês" (foto ao lado).
A página, que na quinta-feira tinha 4 mil curtidores, tem hoje mais de 20 mil fãs que apoiam a estudante - e o número não para de crescer. Mas o sucesso alcançado se limita ao mundo virtual. Segundo a mãe de Isadora, Mel Faber, professores, colegas e até as merendeiras da escola a discriminaram por considerarem a atitude da garota negativa para a instituição. "Foi bem difícil para ela, mas estou com esperança de que isso vai mudar", diz Mel, se referindo aos acontecimentos do último dia. Jornais do Brasil inteiro ligaram para entrevistar a garota nesta segunda-feira,  e junto com a repercussão, uma das professoras pediu desculpas à Isadora. "Quando ela criou, falei que ela teria de enfrentar a vida real, fora do Facebook. No início, um dos colegas disse que ela deveria procurar outra escola. Ela respondeu que queria melhorar a escola, e não fugir da situação", conta.
Para a mãe, a garota sofreu pressões e represálias grandes para uma adolescente de apenas 13 anos. Mas a garota sustenta com a voz doce: "Sempre vai ter gente contra. Mas pelo menos muitas coisas melhoraram".
Segundo a Agência Estado, a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Educação de Florianópolis dará seu posicionamento apenas após uma reunião agendada com a secretária de Educação e a diretora da escola. O objetivo é checar o que procede e o que não procede nas postagens.
Fonte:  Clicrbs


A Ujes esteve presente na manifestação A Educação que Queremos, realizada ontem, quarta-feira 22 de Agosto. Cerca de 100 estudantes e professores, oriundos de Florianópolis, Araquari, Gaspar e Jaraguá do Sul se mobilizaram na Praça da Bandeira para se solidarizarem em apoio à greve dos servidores federais. A organização da manifestação ocorreu pelo conjunto dos DCE’s da Univille e Ielusc , além da União Florianopolitana de Estudantes Secundaristas (Ufes), Danma, CA de Sistemas do IFC de Araquari e a União Catarinense de Estudantes. Também estiveram presentes representantes do Sinte e do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica. (Sinasef).

Fala do Presidente da Ujes, Nicolas Marcos

O ato iniciou na Praça da Bandeira, onde as entidades presentes puderam apresentar suas falas. Em seguida, os presentes realizaram uma partida de futebol simbólica, para chamar a atenção dos populares à importância em que se dá a Copa do Mundo e ao descrédito a Educação. Após a partida os estudantes se dirigiram em passeata pelas principais ruas do Centro de Joinville onde finalmente retornaram a Praça da Bandeira, para o encerramento do ato. 

Confira como foi a manifestação: 

A importância do ato realizado se dá através da unificação das entidades em defesa da educação, um direito que é retirado a cada dia que se passa. Tal ato é realizado pelos governos estaduais e o federal, para cumprir com a dívida aos banqueiros, sendo 47% do orçamento geral da União destinado para o pagamento.

A Ujes entende que a educação pública se encontra em situação precária em todos os níveis, ao mesmo sentido que defende o movimento legítimo dos servidores federais, que estão lutando por um salário digno. Educação também se faz com um servidor bem remunerado. Para tal, nos encontramos dispostos a qualquer movimentação e convidamos os demais grêmios estudantis a nos ajudarem neste processo.




No dia 23 de abril, cerca de 50 estudantes organizaram passeata em apoio à greve dos profissionais da rede estadual de ensino. A manifestação foi organizada pelo grêmio estudantil da escola João Colin.  O objetivo, segundo o presidente do grêmio, Fernando Fossile, “foi convencer mais estudantes a apoiar a greve que está sendo feita em benefício da qualidade da educação”. 

O ato iniciou em frente à escola João Colin e seguiu em passeata até a escola Celso Ramos. Os estudantes, que caminharam cerca de uma hora, aguardaram o final das aulas da escola Celso Ramos para parabenizar os estudantes, que através de muita luta, conseguiram passagem gratuita para os que moram a mais de 3 km da escola. 

Os manifestantes também convidaram os estudantes do Celso Ramos a participar da greve dos professores.

Tanto a Ujes (União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas) como o Sinte (Sindicato dos Trabalhadores em Educação) estiveram presentes no ato.  Segundo o vice-presidente da Ujes, Luiz neto, “os estudantes estão juntos na luta pelo piso e em qualquer que seja as reivindicações, pois entendemos que estudantes e professores devem se unir por uma educação pública, gratuita para todos!”.


Membros da Ujes e do grêmio da escola João Colin, no Itaum, participaram de duas atividades do Sinte – Sindicato dos Trabalhadores da Educação no último dia 10 de abril. À tarde os professores panfletaram em frente à SDR – Secretaria de Desenvolvimento Regional, onde também foi entregue um documento denunciando o desleixo do governo do Estado em relação às escolas interditadas além de outras reivindicações do sindicato.


Ujes e o grêmio da Escola João Colin presentes (à direita)

À noite os professores realizaram a Assembleia da regional de Joinville, onde se discutiram encaminhamentos sobre a entrega do documento na SDR e a Assembleia Estadual do dia 17 de abril em Florianópolis, que pode deflagrar o início da greve dos professores por tempo indeterminado.

A Ujes apoia as movimentações dos professores e entende que o governo do Estado deve zelar pelos seus profissionais. O não cumprimento da lei do piso, bem como o descaso com as escolas interditadas são ataques diretos à educação pública, sucateando-a cada vez mais.

Firmes na luta professores! Professor lutando também está ensinando.


Proposta do governo mostra que precisamos intensificar nossa luta e mobilização!

Em Assembleia Estadual realizada no dia 15 de março, em Florianópolis, os trabalhadores em educação de SC rejeitaram por unanimidade a proposta apresentada pelo governo no dia anterior.

Reafirmamos que a proposta apresentada pelo governo não respeita a lei do piso e não contempla todos os trabalhadores em educação, não valoriza a qualificação e capacitação dos profissionais, ao contrário, mantém a política de compactação da tabela salarial.

Estamos abertos ao diálogo, mas é impossível aceitar a forma com que o governo vem conduzindo as negociações e o descumprimento dos acordos de greve.

Somente uma proposta que atenda as reivindicações dos trabalhadores, em especial, o reajuste de 22,22% aplicados na carreira e retroativo a janeiro, o cumprimento de 1/3 de hora atividade conforme a lei do piso, a descompactação da tabela salarial e a garantia dos nossos direitos já adquiridos poderão evitar que a categoria vá à greve!

Temos tradição na luta pela conquista de direitos dos trabalhadores do serviço público de Santa Catarina; são históricas nossas marchas na defesa da educação pública de qualidade. Neste momento, precisamos nos engajar nesta luta e exigir, definitivamente, que o governo assuma seu compromisso com a Educação, respeite a Lei do Piso Nacional do Magistério, aplicando a correção imediatamente.

Agradecemos desde já, todos aqueles que diretamente ou indiretamente estão apoiando este movimento.
 



A Ujes esteve presente na ultima sexta-feira, dia 16 de março, no ato realizado pela direção regional do Sinte (Sindicato dos Trabalhadores da Educação), realizado na Praça da Bandeira. A atividade contou com a presença dos servidores estaduais e de servidores municipais, além da própria direção do Sinsej, que apoia as reivindicações do Sinte. Os professores fizeram trabalho de panfletagem e explicaram a população que passava pela área o que reivindicavam do governo do Estado.

Ujes, Sinsej e Sinte unidos em luta

A Ujes apoia os movimentos dos professores, pois entende que a defesa da educação começa por quem a fornece. Os professores tem o direito de receber o piso, assim como os estudantes merecem uma educação pública gratuita e de qualidade. Com isso, pedimos aos estudantes que entendam a situação e que apoiem os seus mestres, para assim conseguirmos do governo do Estado uma resposta positiva mais rapidamente.

Os professores lutando, também estão ensinando! Firmes na luta professores!






Este ano teremos a licitação para o transporte coletivo de Joinville, um assunto que sempre é muito discutido na cidade. A Prefeitura Municipal pretende com o processo licitatório, legalizar a concessão do transporte coletivo joinvilense, que está irregular há mais de quarenta anos. O edital para a licitação do transporte sairá até março. Enquanto isso, a Prefeitura tenta discutir com a população através das audiências públicas.


Luis Alfredo (tesoureiro da Ujes) falou sobre a importância da união entre estudantes e professores

No último sábado (03/03) a União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas (Ujes) participou da assembleia do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina (SINTE Joinville). O objetivo da atividade era discutir a atuação em conjunto dos professores e a Ujes nas principais lutas da entidade no momento, as Escolas Interditadas e a licitação do serviço de transporte coletivo da cidade.


Os resultados da Assembleia foram positivos. A UJES estará com o SINTE nas visitas às escolas interditadas, e terá auxílio dos professores na panfletagem sobre a audiência que tratará da licitação do transporte. Ao final de sua fala o representante da Ujes na atividade, Luis Alfredo, reforçou publicamente a importância do apoio mútuo das entidades sindicais de estudantes e dos professores.

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À volta às aulas em 2012 ainda não aconteceu para 2.696 estudantes de cinco escolas de Joinville, pois elas estão interditadas pela vigilância sanitária: Francisco Eberhardt, no bairro Dona Francisca; Maria Amin Ghanem, no Aventureiro; Monsenhor Sebastião Scarzello no bairro Itaum e Plácido Olímpio de Oliveira, no Bom Retiro. Além dessas, a escola Giovani Pasqualini Faraco, no Santo Antônio, terá a volta às aulas adiada, iniciando após o carnaval. A demora para a entrega dessas escolas decorre de um antigo impasse entre a Secretária de Desenvolvimento de Joinville e a Vigilância Sanitária, que interditou estas escolas no final de 2011, por vários problemas estruturais que impediam a utilização delas pelos alunos.

Escola Monsenhor Sebastião Scarzello, no Itaum

Os problemas que os estudantes sofreram até a interdição variam, mas são graves: infiltrações no piso e nas paredes, falta de instalações elétricas e esgotamento sanitário adequados, goteiras, dentre outras. Estes problemas são antigos e a vigilância sanitária segue implacável na fiscalização e interdição das escolas estaduais, sendo estas, apenas um acréscimo em uma lista de interdições de longa data, refletindo assim, a má conservação das escolas estaduais e o descaso do governo estadual para reverter esta situação.

Escola Maria Amin, na Cohab do Aventureiro

No final de 2009, os estudantes das escolas, Oswaldo Aranha, no Glória; Senador Rodrigo Lobo, no bairro Jardim Sofia; Paulo Medeiros, no Adhemar Garcia e Tufi Dippe, no bairro Comasa tiveram problemas com interdições parciais, ou inteiras de suas escolas. Nas três últimas, os estudantes tiveram que estudar em meio a reformas durante o ano de 2010. Durante o ano de 2011 as interdições continuaram, pelo Conselheiro Mafra, no Centro, em meio ao centenário da escola, na Escola Alícia Bittencourt, no Profipo; além das cinco outras escolas mencionadas ao início deste texto.

Escola Francisco Eberhardt, em Pirabeiraba

Estamos na maior cidade do estado, que fornece 1% de todo o PIB nacional, lar do secretário da educação, o ex-prefeito Marco Tebaldi, cuja administração municipal deixou a desejar. É inadmissível uma cidade do porte de Joinville não ter uma educação pública, gratuita para todos. A educação é um direito constitucional que não está sendo assegurado pelo governo do Estado, que vai privando cada vez mais os estudantes desse direito, através da falta de material escolar, do não pagamento do salário dos professores, da privatização de setores da escola, tais como a cozinha, conforme medida realizada em 2010 e claro, da falta de manutenção das instalações.

Escola Plácido Olímpio, no Bom Retiro

A Ujes critica a falta de atuação do Governo do Estado e da Gerência Regional de Educação em solucionar o problema dessas escolas. É preciso reverter essa situação. Para isso pedimos para que os alunos dessas escolas interditadas e de tantas outras que sofrem pela falta de recursos, se mobilizarem e reivindicarem, e entrarem em contato com a Ujes, para asseguramos o que é de fato nosso, uma educação pública, gratuita para todos.

Nicolas Marcos – Presidente da União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas

Fonte: ANotícia