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Estão abertas as inscrições para o XVI° Congresso da Ujes (CONUJES). O CONUJES acontecerá no dia 23 de novembro, com possibilidade de adiantamento ou atraso de 15 dias, pela Comissão Organizadora (CO). O local será divulgado no blog.

Os estudantes ou o grêmio que quiserem participar, devem comunicar a Ujes pelo e-mail: ujesjlle@gmail.com

Abaixo segue a ata e o regimento do CONUJES

Ata para a tiragem de delegados

Regimento do XVI° CONUJES











A Ujes teve a oportunidade na última sexta-feira de reunir-se com a gerente de educação Clarisse Portella e sua equipe. Segue a declaração da Ujes a respeito de alguns dos temas debatidos na reunião:

O ano não começou bem para os estudantes de Joinville. Nas escolas João Colin, Conselheiro Mafra e Dom Pio, os turnos noturnos foram fechados. A Gerência Regional de educação argumenta que as matrículas não atingiram o mínimo estipulado de 120 estudantes, e que por isso, os turnos se manterão fechados e os estudantes terão que estudar em outras escolas, próximas a suas casas. Também diz que a maioria dos estudantes “não são trabalhadores e têm menos de 18 anos de idade”, e que por isso deveriam estudar nas escolas de seus bairros e principalmente no turno matutino. Haviam se matriculado para o turno noturno no João Colin: 65 estudantes, no Conselheiro Mafra 57, e 49 no Dom Pio.

A opinião da Ujes é de que a Gerência de Educação não está levando em conta, a qualidade do ensino, nem as necessidades dos estudantes. A evasão no ensino médio segundo a própria Gerência é de 46% e qual é a política do Estado em relação a esse número assustador?

Diminuir as facilidades de acesso e a permanência a escola, fechar turnos, diminuir as opções para os estudantes. Ainda se deve levar em conta que as escolas de periferia têm o turno diurno com salas de aula lotadas com 35, 45 estudantes, o que o Estado propõe é lotá-las ainda mais.

A atitude correta deveria ser contratar professores, investir em infra-estrutura, abrir turmas com 10, 15 alunos se fosse o caso, mas garantir o acesso a uma educação pública gratuita e de qualidade. Mas o Estado está preocupado é em cortar gastos. A Ujes defende que o Estado amplie os investimentos para uma educação pública gratuita e de qualidade.

Para piorar, quase todas as escolas de Joinville estão com falta de professores, a Gerência argumenta que “os pais dos estudantes deixam para fazer a matrícula de seus filhos na última hora, entre final de janeiro e fevereiro” e que “muitos professores desistem de suas vagas e muitos outros estão se aposentando”, ainda coloca que se deve aguardar a decisão a respeito dos novos diretores de escola, já que estes são indicados pelo governo e esse ano tem a troca no governo do Estado, isto porque alguns dos diretores ainda estão contratados como professores.

Para a Ujes fica evidente que o problema é a contratação de professores e ainda o incentivo a esta profissão. O governo não valoriza o professor, o salário e as condições de trabalho são péssimos. Então a culpa é do pai que espera para matricular o filho? O governo não faz idéia de quantos estudantes vão estudar no próximo ano?

Para nós essa situação é um reflexo da falta de investimento e do descaso com a educação. Isso não pode acontecer, queremos educação pública gratuita e de qualidade.

Diretoria da União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas.


As entidades e movimentos sociais abaixo assinados informam à população de Joinville que o COMITÊ DE LUTA DO TRANSPORTE COLETIVO está articulado contra o aumento da tarifa da passagem de ônibus em Joinville.


Novamente as empresas concessionárias, GIDION e TRANSTUSA, estão pressionando a Prefeitura para que a passagem do coletivo urbano seja reajustada. As empresas querem reajustar a tarifa antecipada de R$ 2,30 para R$ 2,60. É claro que os trabalhadores e estudantes não concordam com um aumento desse porte, pois seus salários não suportarão essa despesa.


Isso significa que quem ganha um salário mínimo e utiliza dois passes por dia arcará com uma despesa de R$ 104,00, se utilizar quatro passes a despesa é de R$ 208,00, com base em 20 dias de uso. O comprometimento do orçamento, nesse exemplo, será de quase 20% ou mais de 40% do salário mínimo, no segundo caso.


Entendemos que isso é inaceitável pois, além de se tratar de uma concessão pública de transporte de mais de quarenta anos e inúmeras prorrogações ilegais que estão sendo contestadas na Justiça, traz um ônus insuportável para os trabalhadores e estudantes, usuários do transporte coletivo.


É preciso respeitar os interesses de milhares de pessoas dessa cidade. Por isso temos o dever de chamar a responsabilidade do Poder Público para que atenda as reivindicações da população usuária de um serviço público essencial como é o caso do transporte coletivo.


O COMITÊ DE LUTA vai combater qualquer aumento na tarifa e queremos obter o compromisso do Prefeito de Joinville para não conceder nenhum aumento de tarifa nesse momento, possibilitar o debate com a população sobre o modelo de gestão mais apropriado para a cidade e com a abertura de licitação para a concessão do serviço de transporte coletivo, medida que é aguardada há muitos anos por todos nós como um passo intermediário para que o Município de Joinville passe a explorar diretamente este serviço público.


As empresas de ônibus dizem que precisam de reajuste porque as despesas aumentam, mas esquecem que reduzem linhas, cortaram o pega-fácil e o passe livre para idosos de 60 a 64 anos, negam o passe livre para estudantes, os ônibus transitam superlotados, não investiram em melhorias ou aumento da frota no último período, não oferecem condições adequadas para os portadores de deficiência e priorizam apenas o lucro. É preciso lembrar que o transporte público e de qualidade é um direito constitucional e não pode servir para exploração, mas para oferecer segurança e qualidade de vida às pessoas que o utilizam.


O COMITÊ DE LUTA está enviando um pedido formal ao Prefeito Carlito Merss para que não conceda nenhum reajuste e inicie o processo de licitação imediatamente. As mesmas empresas exploram o transporte urbano há mais de quarenta anos e não se vê melhorias, pelo contrário, apenas dificuldades e o desrespeito ao direito da coletividade. A legislação diz que é ilegal e ilegítima a exploração de operação do serviço público de transporte coletivo de passageiros, por empresas particulares, sem a realização de prévia licitação.
Está na hora da população de Joinville ser atendida e o transporte coletivo deixar de ser um problema. Participe do COMITÊ DE LUTA. 


Maiores informações:             47-3025-3447       – Centro dos Direitos Humanos de Joinville


Entidades que assinam o Manifesto:


APRASC 
ASSOCIAÇÃO DE MORADORES CHICO MENDES
ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO ADHEMAR GARCIA
ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO JARDIM FRANCINE
ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO PANAGUAMIRIM 
ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO SANTA BÁRBARA
CENTRO ACADEMICO DE DIREITO DA UNIVILLE
CDH - CENTRO DOS DIREITOS HUMANOS DE JOINVILLE
CONDESAG - CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL DO ADHEMAR GARCIA
ESQUERDA MARXISTA DO PT
FETRAESC FEDERAÇAO TRABALHADORES DO ENSINO PRIVADO
GRÊMIO DO JURACY
GRÊMIO DO PRESIDENTE MÉDICI
GRÊMIO ESTUDANTIL TUFI DIPPE 
GRÊMIO JOÃO ROCHA 
GRÊMIO PAULO MEDEIROS
JUVENTUDE MARXISTA
MANDATO VEREADOR ADILSON MARIANO
PASTORAL DA JUVENTUDE
SINDICATO DA SAÚDE
SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE JOINVILLE
SINDICATO DOS PLÁSTICOS DE JOINVILLE
SINDICATO DOS DE JOINVILLE E REGIÃO
SINDICATO DOS REPRESENTANTES COMERCIAIS/ NORTE E NORDESTE SC
SINDICATO DA SAÚDE EM ESTABELECIMENTOS PÚBLICOS DE JOINVILLE 
SINDICATO DO VESTUÁRIO DE JOINVILLE
SINDICATO DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS GRÁFICAS DE JOINVILLE
SINDITEX - SINDICATO FIAÇÃO ETECELAGEM DE JOINVILLE
SINPRONORTE
SINSEJ
SINTE
SINTRAFAJO/SC - SINDICATO DOS TRABALHADORES DA ALIMENTAÇÃO DE JOINVILLE 
SITICOM - SINDICATO DA CONSTRUÇÃO E DO MOBILIÁRIO DE JOINVILLE
UNIÃO JOINVILENSE DOS ESTUDANTES SECUNDARISTAS (UJES)

“A prefeitura está sendo pressionada novamente pelas empresas Transtusa e Gidion para conceder aumento da tarifa de transporte público aos usuários. O custo da passagem passaria de R$2,30 R$ para R$2,60.”

Para os estudantes o aumento é inaceitável. Ano a ano o preço da tarifa aumenta e impacta no orçamento de muitas famílias joinvilenses. Os estudantes que moram longe da escola gastam em 20 dias de aula R$92,00, com o aumento para R$2,60 gastariam R$104,00. Os estudantes não têm dinheiro para arcar com estas despesas. O aumento da tarifa de ônibus prejudicaria a condição de acesso do jovem à escola, é um ataque ao direito de livre acesso à educação, uma vez que não existe uma política de transporte gratuito para os estudantes.

Não só o acesso á escola é prejudicado, como também para toda a população o direito de se deslocar pela cidade em busca de emprego, para ir ao cinema, ao teatro.

A Ujes, como sindicato dos estudantes, tem que se posicionar contra qualquer tipo de aumento da tarifa de transporte coletivo. A Ujes está disposta a se organizar com todos os segmentos da classe trabalhadora joinvilense para lutar contra o aumento.

O prefeito municipal, como representante dos trabalhadores, tem que negar o aumento da tarifa do transporte coletivo e discutir com a população qual deve ser o modelo de transporte público para Joinville.

A Ujes está disposta a apoiá-lo nessa decisão. Caso o aumento seja concedido, a Ujes agirá de acordo com o seu dever enquanto sindicato de estudantes: mobilizar contra o aumento!

Durante anos a Ujes sofreu um processo de desconstrução, esta entidade que durante anos esteve em lutas que modificaram os rumos de nosso país hoje está em um processo lento de reconstrução. É fato que hoje a Ujes não é conhecida por grande parte dos estudantes que ela pretende representar, esta é a realidade que precisamos modificar.

Eleição do Grêmio Estudantil da E.E.B. Dr. Paulo Medeiros,
grêmio construído com auxílio da Ujes.

Nos últimos anos, as direções que estiveram à frente da Ujes trabalharam para alterar esta realidade e levar a conhecimento de todos os estudantes a sua existência e o seu papel diante do movimento estudantil, basta lembrar a participação fundamental que esta entidade teve na construção do movimento contra o aumento das passagens do transporte coletivo de Joinville, na construção de diversos Grêmios entre as mais diversas lutas que foram encampadas.

Porém, é hora de abrir um novo período, onde devemos massificar a presença da Ujes, e isso deve ter como primeiro passo a construção de um grande congresso da entidade, com representações das mais diversas escolas de Joinville.

Paralização dos Servidores muncipais em 2010.
Estudantes e professores na luta por condições dignas de trabalho.

O Conselho Municipal de Grêmios (CMG), reunido no dia 28/08 elegeu uma direção provisória da Ujes que deverá construir um congresso a ser realizado em Maio de 2011. O congresso terá papel fundamental na nova fase que a Ujes está passando, e será o ponto de partida para uma nova perspectiva sobre a entidade. E maio é de fato um mês simbólico para o movimento estudantil e operário do mundo.

Mais do que nunca necessitamos do auxílio dos Estudantes e de suas entidades representativas (Os Grêmios) para mais um passo importante no movimento estudantil de Joinville e região, é chegada a hora de resgatar aquela Ujes que lutou contra a ditadura e que vai lutar por todas as reivindicações dos estudantes de nossa cidade. Não podemos parar, o trabalho que foi iniciado há três anos deve ser intensificado, avançando em nossas reivindicações, construindo mais grêmios e construir uma Ujes de luta e que seja reconhecida pelos estudantes como sua entidade.

Direção provisória da Ujes, Setembro de 2010.

Nós, entidades e movimentos sociais reunidos e abaixo assinados, informamos à população de Joinville que está formado o COMITÊ DE LUTA DO TRANSPORTE COLETIVO que se encontra em estado de mobilização permanente contra o aumento da tarifa da passagem de ônibus, do monopólio da concessão pública e por um transporte coletivo de qualidade.

Está sendo discutida a possibilidade de ser concedido novo aumento da tarifa do transporte coletivo pela Prefeitura Municipal, dos atuais R$ 2,30 para R$ 2,65. Entendemos que isso é inaceitável, pois, além de se tratar de uma concessão pública de mais de 40 anos e inúmeras prorrogações ilegais que estão sendo contestadas na Justiça, traz um ônus insuportável para os trabalhadores e estudantes, usuários do transporte que não obtiveram esse percentual de reajuste em seus salários.

O COMITÊ DE LUTA, através de seus integrantes, representa os interesses de milhares de pessoas, trabalhadores, trabalhadoras e da juventude dessa cidade. Por isso temos o dever de chamar a responsabilidade do Poder Público para que atenda as reivindicações dessa parcela da população usuária de um serviço público essencial como é o caso do transporte coletivo.

O COMITÊ DE LUTA vai combater qualquer aumento na tarifa e queremos avançar promovendo um seminário com técnicos e especialistas na área para debater os problemas do transporte coletivo de Joinville e o modelo de gestão que queremos.

As planilhas apresentadas para justificar os aumentos são insuficientes e desprovidas do controle social, de mecanismos eficazes de fiscalização, assim não é possível confiar nos dados apresentados pelas empresas concessionárias.

Está sendo solicitada audiência com o Prefeito, com a máxima urgência, para que o COMITÊ DE LUTA apresente suas reivindicações, dentre elas a garantia de não ser concedido nenhum aumento de tarifa imediato e o apoio para a realização de um seminário sobre transporte coletivo em Joinville que discuta amplamente o assunto.

Novas entidades estão sendo convidadas e aderindo ao COMITÊ DE LUTA que se encontra em estado de mobilização permanente para barrar o aumento da tarifa. Você também é convidado a se mobilizar, participe conosco.

APRASC - ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO ADHEMAR GARCIA - ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO PANAGUAMIRIM - CENTRO DOS DIREITOS HUMANOS DE JOINVILLE (CDH) - ESQUERDA MARXISTA DO PT - ESQUERDA SOCIALISTA DO PT - GRÊMIO DO JURACY - GRÊMIO DO PRESIDENTE MÉDICI - GRÊMIO ESTUDANTIL TUFI DIPPE - GRÊMIO JOÃO ROCHA - GRÊMIO PAULO MEDEIROS - JUVENTUDE REVOLUÇÃO (JR) - MANDATO VEREADOR ADILSON MARIANO - SINDICATO DA SAÚDE - SINSEJ/ DIREÇÃO ELEITA - UNIÃO JOINVILENSE DOS ESTUDANTES SECUNDARISTAS (UJES)


Maiores informações: 47-3025-3447 – Centro dos Direitos Humanos de Joinville

A União Joinvilense de estudantes secundaristas (UJES) é uma entidade fundada em 1964, para defender os interesses dos estudantes secundarista na luta pela educação pública e de qualidade. Logo após a sua fundação, a UJES foi impedida de funcionar, pois o golpe de 64 impedia todas as entidades estudantis de funcionar. Seus dirigentes foram perseguidos e sua sede tomada – Aqui registramos um crime nunca reparado, pois até hoje a UJES não recuperou sua sede.

Em 1986, a UJES foi reconstruída, estudantes de várias escolas, como Tufi Dippe, Celso Ramos, Rui Barbosa, CIS, PresidenteMédici e Jorge Lacerda reorganizaram a UJES, convocando seu congresso de refundação.

Em 1992, a UJES teve um papel fundamental na organização do Fora Collor, que teve a maior mobilização que nossa cidade já viu e foram os estudantes juntamente com a UJES, que foram os protagonistas desse evento histórico.

Ainda, em 1992, a UJES levou uma campanha de construção de grêmios livres nas escolas. Com essa campanha foi construído grêmios em quase todas as escolas da cidade.

Hoje a atual direção da UJES, tem compromisso de sua fundação. Também compreendemos que nossa luta não pode se limitar somente à educação de qualidade, pois ela em si, não resolveria todos os problemas.

Por isso, temos convicção de que a UJES, deve junto aos movimentos sociais combater pela construção de uma sociedade socialista, na qual não somente a educação pública seria uma realidade, mas também a saúde, emprego etc.



Declaração da Diretoria da UJES 2008


A educação pública passa por sérios problemas em todo o mundo. A falta de investimentos na educação por parte dos governos tem gerado escolas desestruturadas e professores mal remunerados, o ambiente escolar se tornou um lugar inapropriado para o estudo e em alguns casos os alunos têm dificuldades para chegar a escola. Esses problemas podem ser notados principalmente em países capitalistas subdesenvolvidos como o Brasil, o descaso com a educação pública gera na maior parte desses países, graves problemas sociais.

Sindicato dos Estudantes 250 pixels cópia.jpg

No Brasil, um dos maiores problemas no momento é o transporte público, pois poucas cidades fornecem passe-livre aos estudantes, assim os filhos de trabalhadores, pessoas humildes que só sonham com um futuro melhor para os seus filhos são obrigados desembolsar uma grande parte do seu parco salário para pagar o lucro das empresas de ônibus. Nessas condições não estaria sendo negado aos estudantes mais pobres o livre acesso a educação? Para garantir que os estudantes tenham o livre acesso a educação, primeiramente, os alunos devem chegar ao colégio, sem passe livre como um filho de um trabalhador que mora distante da escola poderá estudar? Além do problema do transporte, ainda há a má remuneração e más condições de trabalho a que os profissionais do ensino são submetidos, esses trabalhadores são obrigados a ceder a maior parte de seu tempo que poderia estar sendo dedicado ao lazer, ao descanso, e a claro, preparar as aulas, para dar aula em três turnos em ambientes sem qualquer estrutura para o estudo, e no final do mês não receberem se quer, o piso salarial estabelecido por lei.

A falta de estrutura no ensino público tem muitas causas, mas tem um principal culpado e esse é o interesse privado, pois o capitalismo é um sistema que preza o lucro, e a escola pública não gera lucro. Diante desses problemas, os estudantes têm uma arma para lutar por uma escola pública de qualidade, pelos direitos dos estudantes e contra o capitalismo. E essa arma são os grêmios estudantis livres! O grêmio estudantil é o sindicato dos estudantes, é a entidade que organiza os alunos na luta pelos seus direitos, só com grêmios livres é que os estudantes poderão reivindicar os seus direitos, só organizados numa entidade combativa e de oposição ao sistema capitalista é que poderão lutar.

Os grêmios estudantis da E. E. B. Presidente Médici e de outras escolas de Joinville, SC com militantes da Juventude Revolução se tornaram verdadeiros grêmios de luta, pois são grêmios de oposição ao capitalismo, grêmios que lutam pelo passe – livre, pela escola pública de qualidade, pelo fim do vestibular e vagas para todos nas universidades públicas, grêmios de luta e socialista!

Nos países capitalistas, provavelmente as escolas não alcançaram um padrão de qualidade para todos, pois enquanto houver o interesse privado, a classe trabalhadora sofrera as conseqüências de um sistema econômico falido. Organizar-se é a melhor forma de vencer esse sistema e lutar pelos nossos direitos, os estudantes têm que estar organizado e lutar, se não, tudo continuará a ser o mesmo, e para os trabalhadores só restará o nada e a miséria.

Iago S. S. Paqui
Membro do Grêmio Estudantil Presidente Médici Membro da Diretoria da UJES