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Jonathan Vitorio 

Mais um ano letivo se inicia, voltamos às aulas e as nossas escolas continuam com os mesmos problemas, seja em sua estrutura ou na falta de investimentos por parte do governo. Além disso, outros grandes ataques como a Reforma do Ensino Médio e a Lei da Mordaça avançam. A reforma sendo aprovada no Senado e o projeto da Escola Sem Partido continua tramitando na câmara de vereadores de Joinville e em outras cidades. 

A UJES (União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas) continua na luta contra todos esses ataques e em defesa da educação pública, gratuita e para todos. 

Saudamos também a todos os professores e aguardamos pela decisão de entrada em greve a partir de março pela defesa da previdência social. Aposentadoria também é necessária para nosso futuro.

Estaremos firmes e fortes em defesa de nossas escolas e de nossos direitos. 
Um bom ano de estudos para todos nós e estamos juntos, secundas!
2017 será um grande ano, juntem-se a nós, construindo grêmios e ajudando na organização da UJES!

                  

Em várias escolas a UJES tem encontrado dificuldade para entrar e dialogar com os estudantes. O motivo é claro, as direções escolares têm sido pagas para reprimir os professores em greve e os alunos que os apoiam.

Em vídeo, o Secretário de Educação ameaça, com todas as letras, que o diretor recebe para apoiar o Governo do Estado, e não o direito de greve dos professores. E ainda promete aumento de salário aos diretores escolares de 25%, única e exclusivamente para apoiar o Governo na greve e tomar as medidas necessárias para reprimir os professores e estudantes.


O dia 8 de março é uma data que lembra a luta das mulheres trabalhadoras mundialmente.

Sua origem, porém é contada de duas formas. Alguns dizem que a data remete a um incêndio criminoso numa fábrica têxtil em Nova Iorque, numa greve, em que 130 mulheres foram queimadas e mortas em uma atitude de repressão e violência. Outros, se referem a greve das mulheres de Petrogrado, em 1910 contra o governo Czarista, que deu início a Revolução Russa de 1917.

A única coisa certa é que o dia é uma homenagem àquelas que lutaram. A greve de Petrogrado, que aliás foi proposta por Clara Zetkin, como referência do dia da mulher, em 1910. A origem desta data vem da luta das mulheres contra a opressão do sistema capitalista e pela defesa de  direitos.

O dia internacional da mulher é um dia de luta, que parabeniza as estudantes e trabalhadoras do mundo, por lutarem por diversas reivindicações, como, por exemplo, a educação pública que tanto queremos.

A UJES faz questão de homenagear todas as mulheres que lutam, em especial, as estudantes e professoras que vão as ruas reivindicar por serviços públicos e pelo fim da opressão capitalista em todo o mundo.

Há uma frase da Rosa Luxemburgo, que diz: “Por um mundo onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres.” É por isso que nós mulheres lutamos.

Parabéns a todas, pela coragem de defender um mundo igual, diferente e livre!

Dayane de Oliveira                                                                                                                     Diretora de Comunicação da UJES


Os alunos da E.E.B. Dr. Paulo Medeiros, organizados no grêmio estudantil, saíram às ruas na manhã do dia 23 /4 em defesa da segurança da escola que foi roubada novamente neste último feriado de páscoa.

Eles se mobilizaram na escola e fizeram uma passeata na Av. Alvino Hansen para cobrar do governo Raimundo Colombo (PSD) e chamar a atenção da comunidade para se unirem aos estudantes nesta luta pela segurança.

O grêmio busca uma reunião com a Secretária de Educação, Dalila Rosa Leal, para discutir sobre a situação das escolas públicas.

Dois novos atos estão marcados para hoje, às 19h e amanhã às 7h30 em frente a escola. O grêmio e os estudantes contam com a presença da comunidade e convidam todos para participar dessa luta por uma escola com vigilância 24h.


Eranildo Alex da Costa
Diretor de cultura do Grêmio Paulo Medeiros e Diretor da Ujes










As interdições das escolas em Joinville demonstram que a prioridade dos governos não é a educação pública. Afinal, um governo que prioriza a educação, não ficaria 10 anos sem construir uma escola de ensino médio na maior cidade do estado. Também não deixaria nove escolas serem interditadas por falta de manutenção e nem fecharia duas escolas de educação infantil.



Há mais de dez anos o governo do estado de Santa Catarina não constrói escolas de ensino médio, em Joinville. Nesse tempo, todos os candidatos que ganharam as eleições para o governo estadual prometeram novas escolas. Infelizmente, nenhum cumpriu e o povo sofre com as consequências.

No ano passado (2012), o governo Colombo decidiu fechar as extensões de ensino médio, nas escolas do município. Sem construir novas escolas e garantir vagas nas proximidades das residências dos alunos o governo decidiu não abrir mais as extensões, que funcionavam em período noturno, em bairros que não possuem instituição de ensino médio.

Esse ano, em reunião na Comissão de Educação da Câmara de Vereadores de Joinville (CVJ) o engenheiro Fabiano Lopes de Sousa da Secretaria de Desenvolvimento Regional disse que somente as escolas do Parque Guarani e Vila Nova irão ser construídas. Ou seja, não há previsão para a construção de escolas no Bairro Aventureiro, Espinheiros e Morro do Meio, Itaum que foram prometidas pelo governo Colombo.

A União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas (UJES) acredita que somente com a mobilização poderemos conquistar a construção das escolas. O atual governo já provou que pouco entende do problema da população. Precisamos ir para às ruas, mobilizar os estudantes, pais e professores para cobrar que o governo invista em educação e construa as escolas que Joinville precisa.




As interdições parecem estar fazendo parte do nosso calendário escolar. Segundo a Vigilância Sanitária, o principal motivo tem sido a falta de manutenção e as reformas. Nos últimos anos o governador Raimundo Colombo tem sido notificado sobre os problemas da educação, mas até o presente momento nenhuma ação para solucionar o problema foi executada.

Reunião com secretário da Educação em Florianópolis 

Na tarde de ontem (12/12), em Florianópolis, representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (SINTE), da União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas (UJES) e parlamentares de Joinville se reuniram com o secretário estadual da educação, Eduardo Deschamps para discutir a situação das escolas estaduais da região norte.



Em reunião na noite de ontem (12/12) o Comitê Popular de luta (CPL) convocou manifestação para dia 20 de dezembro, às 17h30, em frente à Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR). O objetivo do ato é protestar contra a destruição dos serviços públicos e contra qualquer reajuste da tarifa do transporte coletivo. 


A Ujes esteve presente no último dia 21/11, na Câmara de Vereadores, participando de uma audiência pública proposta pelo vereador Adilson Mariano em conjunto ao Sinte (Sindicato de Trabalhadores na Educação) e a Ujes, para debater a educação pública em Joinville, em especial as extensões. Os grêmios das escolas Celso Ramos, João Rocha, Cedup e Conselheiro Mafra completaram a lista de entidades presentes.



Na última quarta-feira (12/09), cerca de 50 estudantes do Colégio Governador Celso Ramos se reuniram na Praça da Bandeira para reivindicar do Governo do Estado a merenda que no dia anterior foi cortada em sua escola.  Tal medida foi realizada, pois a instituição não recebeu verbas suficientes para a alimentação dos alunos, tendo que racionar o alimento antes do corte. Com isso, os alunos do turno integral estão estudando em apenas um turno.

Os estudantes protestaram com cartazes e faixas, contando com o apoio da Ujes nessa manifestação. Ao final do ato, os alunos levarão a Gerência Regional de Ciência e Tecnologia (Geect), um abaixo assinado com mais de 250 assinaturas reivindicando a volta da merenda e a adequação da cozinha, que corre o risco de ser interditada pela vigilância sanitária.

A manifestação também teve repercussão na mídia:

Jornal do Almoço - RBS

Jornal do Meio-Dia - RIC

Notícias da Redação - BAND


O corte da merenda no Celso Ramos é apenas mais um exemplo do descaso do Governo do Estado com a Educação. O repasse de verbas para as escolas vem diminuindo a cada ano, precarizando assim a estrutura de nossas escolas. Devemos organizar grêmio estudantis nas escolas e reivindicar o que de fato é nosso. A Ujes apoia o movimento no Celso Ramos e se põe a disposição par auxiliar qualquer movimentação na cidade. 

Estudantes, sigam em luta!


Isadora Faber, 13 anos, tem um celular na mão e uma conta no Facebook. Mesmo com uso proibido durante as aulas, os dois se tornaram instrumento de uma pequena revolução na Escola Básica Maria Tomázia Coelho, no Santinho, em Florianópolis. No começo de julho, a garota criou a página Diário de Classe em que publica fotos e vídeos das dificuldades da escola pública, como a falta de manutenção na escola e de professores titulares.
Na timeline, é possível ver imagens de fiação exposta, vidro, mesa e maçaneta quebrados, lixeira usada com balde para conter goteiras. "Eu e meus colegas estávamos sempre reclamando. Aí um dia minha irmã mais velha me mostrou um blog de uma aluna e resolvi fazer algo parecido", conta Isadora.  Não apenas reclamações são postadas, mas também a evolução ou solução do problema. Quando a porta foi consertada e enfeitada, a garota escreveu: "Antes tínhamos colocado uma porta toda quebrada, só que trocaram por essa que está novinha e queremos mostrar pra vocês" (foto ao lado).
A página, que na quinta-feira tinha 4 mil curtidores, tem hoje mais de 20 mil fãs que apoiam a estudante - e o número não para de crescer. Mas o sucesso alcançado se limita ao mundo virtual. Segundo a mãe de Isadora, Mel Faber, professores, colegas e até as merendeiras da escola a discriminaram por considerarem a atitude da garota negativa para a instituição. "Foi bem difícil para ela, mas estou com esperança de que isso vai mudar", diz Mel, se referindo aos acontecimentos do último dia. Jornais do Brasil inteiro ligaram para entrevistar a garota nesta segunda-feira,  e junto com a repercussão, uma das professoras pediu desculpas à Isadora. "Quando ela criou, falei que ela teria de enfrentar a vida real, fora do Facebook. No início, um dos colegas disse que ela deveria procurar outra escola. Ela respondeu que queria melhorar a escola, e não fugir da situação", conta.
Para a mãe, a garota sofreu pressões e represálias grandes para uma adolescente de apenas 13 anos. Mas a garota sustenta com a voz doce: "Sempre vai ter gente contra. Mas pelo menos muitas coisas melhoraram".
Segundo a Agência Estado, a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Educação de Florianópolis dará seu posicionamento apenas após uma reunião agendada com a secretária de Educação e a diretora da escola. O objetivo é checar o que procede e o que não procede nas postagens.
Fonte:  Clicrbs


A Ujes esteve presente na manifestação A Educação que Queremos, realizada ontem, quarta-feira 22 de Agosto. Cerca de 100 estudantes e professores, oriundos de Florianópolis, Araquari, Gaspar e Jaraguá do Sul se mobilizaram na Praça da Bandeira para se solidarizarem em apoio à greve dos servidores federais. A organização da manifestação ocorreu pelo conjunto dos DCE’s da Univille e Ielusc , além da União Florianopolitana de Estudantes Secundaristas (Ufes), Danma, CA de Sistemas do IFC de Araquari e a União Catarinense de Estudantes. Também estiveram presentes representantes do Sinte e do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica. (Sinasef).

Fala do Presidente da Ujes, Nicolas Marcos

O ato iniciou na Praça da Bandeira, onde as entidades presentes puderam apresentar suas falas. Em seguida, os presentes realizaram uma partida de futebol simbólica, para chamar a atenção dos populares à importância em que se dá a Copa do Mundo e ao descrédito a Educação. Após a partida os estudantes se dirigiram em passeata pelas principais ruas do Centro de Joinville onde finalmente retornaram a Praça da Bandeira, para o encerramento do ato. 

Confira como foi a manifestação: 

A importância do ato realizado se dá através da unificação das entidades em defesa da educação, um direito que é retirado a cada dia que se passa. Tal ato é realizado pelos governos estaduais e o federal, para cumprir com a dívida aos banqueiros, sendo 47% do orçamento geral da União destinado para o pagamento.

A Ujes entende que a educação pública se encontra em situação precária em todos os níveis, ao mesmo sentido que defende o movimento legítimo dos servidores federais, que estão lutando por um salário digno. Educação também se faz com um servidor bem remunerado. Para tal, nos encontramos dispostos a qualquer movimentação e convidamos os demais grêmios estudantis a nos ajudarem neste processo.



A União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas (UJES) convida todos os estudantes e trabalhadores a participarem da manifestação “A Educação que Queremos”, que acontecerá às 10h desta quarta-feira dia 22. A mobilização para a atividade acontece em todo o estado, com o objetivo de organizar uma multidão na Praça da Bandeira em Joinville. Estarão presentes o Diretório Acadêmico Nove de Março (Danma), DCE da Univille, DCE Florestan Fernandes (Ielusc), o Centro Acadêmico de Sistemas da Informação do Instituto Federal de Araquari, a União Catarinense de Estudantes (UCE), a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira de Estudantes Secundaristas (UBES).

O objetivo do ato é mostrar para a sociedade catarinense o descaso com a Educação em todos os níveis. A programação da atividade consiste na concentração às 10h na Praça da Bandeira. Depois de um momento de introdução e apresentação das entidades, os presentes poderão apresentar sua manifestação através de um púlpito que estará no local. Após a concentração ainda há a previsão de uma marcha pelo Centro da cidade e manifestações lúdicas para chamar a atenção da população e do poder público.

Convocamos todos os estudantes e grêmios estudantis a participarem deste movimento. Estaremos lutando por um direito nosso, garantido em lei. Toda presença será fundamental!

Contamos com todos!
Cartaz em A4 para as escolas

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Na ultima sexta-feira (27/04), estudantes da escola Jandira D’Ávilla, no bairro Aventureiro, organizaram ato em apoio à greve dos professores da rede estadual de ensino.  Os alunos ficaram parados, nas calçadas da Rua Tuiuti e quando o sinal fechava, eles se dirigiam a frente dos carros com cartazes e faixas. O objetivo dos manifestantes é mostrar solidariedade aos professores, que reivindicam a aplicação da Lei Nacional do Piso.

O protesto contou com a presença dos grêmios estudantis da escola João Colin e Senador Rodrigo Lobo, do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte) e da União Joinvilense de Estudantes Secundaristas (Ujes).

Os estudantes realizarão uma nova manifestação, na próxima sexta-feira (04/05), no Aventureiro, que contará com estudantes do João Rocha, Senador Rodrigo Lobo e Jandira D’Ávilla.




No dia 23 de abril, cerca de 50 estudantes organizaram passeata em apoio à greve dos profissionais da rede estadual de ensino. A manifestação foi organizada pelo grêmio estudantil da escola João Colin.  O objetivo, segundo o presidente do grêmio, Fernando Fossile, “foi convencer mais estudantes a apoiar a greve que está sendo feita em benefício da qualidade da educação”. 

O ato iniciou em frente à escola João Colin e seguiu em passeata até a escola Celso Ramos. Os estudantes, que caminharam cerca de uma hora, aguardaram o final das aulas da escola Celso Ramos para parabenizar os estudantes, que através de muita luta, conseguiram passagem gratuita para os que moram a mais de 3 km da escola. 

Os manifestantes também convidaram os estudantes do Celso Ramos a participar da greve dos professores.

Tanto a Ujes (União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas) como o Sinte (Sindicato dos Trabalhadores em Educação) estiveram presentes no ato.  Segundo o vice-presidente da Ujes, Luiz neto, “os estudantes estão juntos na luta pelo piso e em qualquer que seja as reivindicações, pois entendemos que estudantes e professores devem se unir por uma educação pública, gratuita para todos!”.


O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina - Regional Joinville (SINTE Joinville) dirigiu na manhã desta última segunda-feira uma assembleia nas instalações do Sindicato dos Mecânicos com intuito do organizar o início da Greve dos professores.


A forma como o Governo do Estado tem tratado esses trabalhadores vai de mal a pior e só a greve parece ser capaz de mudar essa situação. A UJES apoia a greve dos professores, tem se organizado junto a ela visando principalmente auxiliar os Comandos de Greve e convoca todos os estudantes à participação ativa nessa luta, especialmente através de agremiações estudantis.

Porque a luta dos professores também é nossa. É a luta pela Educação Pública de qualidade para todos.



Membros da Ujes e do grêmio da escola João Colin, no Itaum, participaram de duas atividades do Sinte – Sindicato dos Trabalhadores da Educação no último dia 10 de abril. À tarde os professores panfletaram em frente à SDR – Secretaria de Desenvolvimento Regional, onde também foi entregue um documento denunciando o desleixo do governo do Estado em relação às escolas interditadas além de outras reivindicações do sindicato.


Ujes e o grêmio da Escola João Colin presentes (à direita)

À noite os professores realizaram a Assembleia da regional de Joinville, onde se discutiram encaminhamentos sobre a entrega do documento na SDR e a Assembleia Estadual do dia 17 de abril em Florianópolis, que pode deflagrar o início da greve dos professores por tempo indeterminado.

A Ujes apoia as movimentações dos professores e entende que o governo do Estado deve zelar pelos seus profissionais. O não cumprimento da lei do piso, bem como o descaso com as escolas interditadas são ataques diretos à educação pública, sucateando-a cada vez mais.

Firmes na luta professores! Professor lutando também está ensinando.