Mayara Colzani
Diretora de Comunicação da UJES

Nos dias 4 e 10 de março os estudantes das escolas estaduais João Colin e Rudolfo Meyer, junto com a União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas (UJES), realizaram uma manifestação contra o corte do vale-transporte. Os estudantes recebem passe estudantil há dois anos e nunca tiveram problema, mas no início do ano letivo de 2016 o benefício não chegou à mão de ninguém. Diante dessa situação, sem ter como ir à escola, os alunos saíram às ruas.
No primeiro ato, os manifestantes foram até a Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR) para pedir que o governo do estado reestabelecesse o fornecimento da passagem de ônibus aos estudantes e cessasse os cortes na educação.



Pamela Heerdt – Presidente da UJES
União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas - UJES

A Escola Estadual Azevedo Junior, em Santos/SP, está negando a matrícula de ao menos dois estudantes da unidade. A escola que foi ocupada pelos estudantes secundaristas no fim de ano de 2015, alega não ter vaga para dois estudantes que estiveram na linha da frente da ocupação. Patrycia Ferreira Alves e Pablo Bailoni estão excluídos da lista de rematrícula no ano de 2016.

No dia 29 de janeiro, Patrycia que estuda há 6 anos na unidade, foi verificar se estava matriculada e soube que a sua rematrícula não foi aceita, pois a sua responsável não tinha ido assinar o documento de rematrícula e já não havia vaga para ela. Nenhuma data para essa assinatura foi divulgada e também não houve divulgação para matrícula no ano de 2016.


Atualmente vivemos a maior crise econômica mundial, o que faz com que governos aliados aos banqueiros e empresários, no Brasil e internacionalmente, apliquem cortes na educação, saúde, previdência, retirada de conquistas sociais e trabalhistas, causando desemprego e intensificando lutas e mobilizações pelo mundo todo. Só em março deste ano, o “Ajuste Fiscal” promovido pelo governo federal, Dilma Rousseff, cortou o orçamento de todas as áreas sociais, a mais afetada foi a educação que perdeu pelo menos R$ 9 bilhões, com o pretexto de “salvar a economia da crise”, crise que não foi realizada por nós e, portanto, não devemos pagá-la.


A Comissão Organizadora do 17º Congresso da UJES – CONUJES vem através desta informar que o prazo para eleição de delegados nas unidades escolares foi prorrogado até o dia 20.11.2015 (sexta-feira).

Assim, o credenciamento dos delegados ocorrerá no dia 20.11.2015, das 17h às 20h, no auditório do Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Joinville e Região – SINSEJ, na rua Lages, n.º 84, Centro de Joinville.

Os demais prazos e datas permanecem os mesmos.



Atenciosamente,

Comissão Organizadora do 17º CONUJES


Regimento, Ata de Eleição de Delegados 

Em reunião do Conselho Municipal de Grêmios (CMG) da UJES, neste sábado (24/10), em Joinville (SC), foi aprovado o regimento eleitoral do 17º Congresso da UJES, o CONUJES.

O CONUJES é a maior instância deliberativa do movimento secundarista da UJES. O congresso discute e determina os rumos da entidade e elege a sua nova direção.

Todos os estudantes de ensino médio e técnico podem participar.

Conforme votado pelos estudantes presentes no CMG, o 17º CONUJES acontecerá no dia 21 de novembro de 2015 a partir das 15h, no Auditório do Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Joinville (SINSEJ), na rua Lages, 84.

ATENÇÃO!

A União Joinvilense de Estudantes Secundaristas – UJES, vem a público convocar o Congresso Municipal de Grêmio, a fim de deliberar acerca do 17º Congresso da UJES – CONUJES.


Letícia Floriano
Contra os 152 votos contrários, 320 parlamentares, aprovaram a redução da maioridade penal em 2º turno. Agora, a PEC segue para votação no Senado Federal com mais duas votações.

Mesmo com essa aprovação, a juventude não deixará de lutar. Essa é só mais uma medida que criminaliza ainda mais nossa juventude, ao invés de solucionar um problema que é de responsabilidade de todos.


Hoje (7), a UJES participou do comando de greve em São Francisco, com o Sinte Joinville.
Visitamos quatro escolas da cidade, dentre elas a Escola Centenária Felipe Schmidt, que está sucateada e abandonada pelo governo há vários anos.

Chico Aviz

Estudante da escola Conselheiro Mafra

Em meio à greve de luta dos professores da rede estadual de ensino, tivemos em Joinville a final do campeonato catarinense de futebol, no embate entre o clube local e o Figueirense.


“TEM BALA DE BORRACHA, CHOQUE, CAVEIRÃO, MAS RESISTE, RESISTE A LUTA CONTRA A REPRESSÃO!”
Uma chuva de gás lacrimogêneo, balas de borracha e outros artifícios foram mirados pela PM aos trabalhadores da educação do Paraná, que estão em greve, lutando por seus direitos. A ação covarde imposta pelo governador Beto Richa (PSDB), que chega a lembrar os tempos da ditadura, materializa e intensifica o que a categoria sofre todos os dias nas salas de aula.
Vivemos uma democracia que reprime o direito de livre manifesto. A queda da ditadura foi uma conquista da classe trabalhadora, não se pode permitir que resquícios dela ainda venham à tona, mesmo depois de tantos anos.
A repressão trás muito medo e sangue junto dela, porém, a greve precisa continuar. Os trabalhadores não podem desistir por pressão do governo, e sim, avançar cada vez mais, para vencermos e conquistarmos o que é nosso por direito.
TODO APOIO A GREVE DOS PROFESSORES DO PARANÁ! FORA BETO RICHA!