A cada dia a situação no Oriente Médio parece sem solução. Há séculos a ‘’Terra Santa’’ esta castigada pela guerra, é como se a paz realmente nunca estivesse existido. E me pergunto: existiu?
Séculos de guerras religiosas, de exploração imperialista e de genocídio fizeram com que se acumulasse um ódio no coração do povo islâmico (grande maioria na região) que agora esta a ponto de explodir, a maior expressão dessa realidade é o ataque as Torres Gêmeas nos EUA. Porém não há um movimento organizado no oriente médio para combater a exploração dos grandes países capitalistas. Existem grupos de guerrilhas armadas e surpreendentemente muito bem armadas que fazem pequenos atentados suicidas ou lançam foguetes contra territórios ocupados ou inimigos, essas guerras geralmente islâmicas não têm uma consciência de classe e são motivadas pelo fanatismo religioso que afasta cada vez mais as massas da luta de classes.
E como se a coisa já não estivesse bastante ruim o Estado Sionismo de Israel invadiu covardemente a Faixa de Gaza (território disputado por eles e pelo grupo extremista Hamaas) bombardeando cidades e matando centenas de civis, então a sua verdadeira face racista e a serviço do imperialismo americano foi mostrada ao mundo. Israel usa como pretexto para esse crime de guerra o de que o território é usado como base de lançamentos de foguetes contra o seu território pelo grupo Hamaas, mas é obvio que não justifica que Israel lance mísseis contra escolas da ONU, e contra uma população indefesa e oprimida.O que acontece em Gaza não é uma guerra é um genocídio, um holocausto,que tem um claro objetivo:destruir toda e qualquer resistência ao Império e o povo mulçumano!
O povo palestino a quem realmente pertence Gaza não pode deixar que sua família que suas crianças sofram as conseqüências mais cruéis do fanatismo e do capitalismo, é preciso união e força para lutar contra os invasores,e o que realmente falta no Oriente Médio,uma organização comunista para fazer frente junto ao povo oprimido da Terra Santa (mulheres mulçumanas,trabalhadores etc.) ao capitalismo,ao Estado religioso e racista de Israel e a todos os opressores do mundo,imperialistas!
Infelizmente a tradição milenar do povo mulçumano cultivada pelos grupos chamados ‘’xiitas’’(radicais islâmicos) emprega miséria e a desigualdade entre o povo do Oriente Médio, citando Marx: ’’A tradição de todas as gerações mortas oprime como um pesadelo o cérebro dos vivos’’. Mulheres, trabalhadores, jovens, todo o povo oprimido da Terra Santa ‘’Uni-vos’’!

Iago dos Santos Sartóri Paqui







































A União Joinvilense de estudantes secundaristas (UJES) é uma entidade fundada em 1964, para defender os interesses dos estudantes secundarista na luta pela educação pública e de qualidade. Logo após a sua fundação, a UJES foi impedida de funcionar, pois o golpe de 64 impedia todas as entidades estudantis de funcionar. Seus dirigentes foram perseguidos e sua sede tomada – Aqui registramos um crime nunca reparado, pois até hoje a UJES não recuperou sua sede.

Em 1986, a UJES foi reconstruída, estudantes de várias escolas, como Tufi Dippe, Celso Ramos, Rui Barbosa, CIS, Presidentes Medice e Jorge Lacerda reorganizaram a UJES, convocando seu congresso de refundação.

Em 1992, a UJES teve um papel fundamental na organização do Fora Collor, que teve a maior mobilização que nossa cidade já viu e foram os estudantes juntamente com a UJES, que foram os protagonistas desse evento histórico.

Ainda, em 1992, a UJES levou uma campanha de construção de grêmios livres nas escolas. Com essa campanha foi construído grêmios em quase todas as escolas da cidade.

Hoje a atual direção da UJES, tem compromisso de sua fundação. Também compreendemos que nossa luta não pode se limitar somente à educação de qualidade, pois ela em si, não resolveria todos os problemas.
Por isso, temos convicção de que a UJES, deve junto aos movimentos sociais combater pela construção de uma sociedade socialista, na qual não somente a educação pública seria uma realidade, mas também a saúde, emprego etc.