Quando olhamos as imagens da destruição em Pinheirinho é impossível não vir à memória as imagens de destruição no Vietnã do Norte quando os bombardeiros norteamericanos dizimaram vilas e povoados.

Impossível não lembrar da destruição das casas dos palestinos na faixa de Gaza. O horror como instrumento, o militarismo israelense com bombas, tanques e aviões contra um povo indefeso.

Ao vermos as imagens acima não há como nos recordarmos do bombardeio de Londres realizado pelas tropas hitleristas na segunda guerra mundial.

Não há como não comparar estas cenas com as da guerra que dilacerou a antiga Iugoslávia.

Impossível não nos lembrarmos dos bombardeios contra o povo iraquiano e afegão. A mão imperialista revela-se em cada gesto e ato por meio de inúmeros criminosos.

Em cada ato e época e lugar o que muda é apenas o nome do criminoso. Em Pinheirinho a assinatura é de Alckmin!

Um dia os trabalhadores irão julgá-los a todos!




Desta batalha não restou apenas a lembrança. Restou o aprendizado de que a luta dos trabalhadores é a forma legítima para se conquistar uma vida melhor. Isso não se apaga da consciência das vítimas do massacre!

A União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas – UJES – apoia a luta que o Vereador Adilson Mariano vem enfrentando em defesa a educação de qualidade. O vereador também esteve presente em outras lutas junto com a UJES, por exemplo, o transporte publico, a redução da jornada de trabalho e a luta pelo socialismo no Brasil e no mundo.

Publicamos abaixo um texto do blog do Vereador Adilson Mariano que sempre esteve ao lado dos estudantes na luta por uma pública e de qualidade, principal reivindicação da Ujes:




O vereador Adilson Mariano, na sessão de quarta-feira passada (08/02), criticou o Governo do Estado de Santa Catarina, por haver fixado normativa obrigando os professores a cumprirem hora relógio e não hora aula. Com essa medida, muitos trabalhadores em educação irão dobrar a jornada de trabalho. Um professor que cumpria 4h30min será obrigado, com a decisão do governador, cumprir 6h. Mariano afirma que não há motivo para essa decisão. 

Segundo ele, as aulas têm 45min, não uma hora. “Desse modo o professor será obrigado a estar na escola no período que as entidades nem funcionam, inclusive”, Afirma o vereador. Mariano lembrou ainda que além de o Governador não cumprir a Lei do Piso, agora quer aumentar a jornada de trabalho do magistério.


Em entrevista, premiê diz que 'trabalhar sempre no mesmo lugar é monótono'


O primeiro-ministro italiano Mario Monti provocou polêmica durante uma entrevista a um programa de TV ao afirmar que os jovens de seu país deveriam “se acostumar a não ter um posto de trabalho fixo” por toda a vida e que, além disso “trabalhar sempre no mesmo lugar é monótono”. A declaração foi seguida de duras críticas dos italianos nas redes sociais, especialmente os jovens.

O burocrata italiano participou nesta quarta-feira (01/02) do programa Matrix, no Canal 5, onde falou sobre a reforma trabalhista que está articulando. “Que monotonia! É muito mais bonito mudar e aceitar novos desafios”, afirmou.


Protestos


“Como é fácil alguém falar isso quando, não importa o que faça, seguirá sendo senador vitalício”, foi uma das frases mais compartilhadas no microblog Twitter. É uma referência ao premiê que, quando deixar a chefia de governo, assumirá esse cargo, com um salário mensal próximo a 15 mil euros. As hashtags #monotonia e #postofisso (posto fixo, em italiano) foi muito mencionada entre os usuários italianos.

Uma jovem, que assina Mara, protestou tentou explicar a Monti a importância de uma carteira assinada. “Os bancos não me dão uma hipoteca nem me farão um empréstimo se eu não tiver um trabalho fixo. Isso sim é monótono, sabia?”.

“Querido professor, essa de monotonia no trabalho não podemos ouvir. Digo o mesmo pensando nas famílias com pais desempregados e filhos com contratos de trabalho precários”, diz um comentário publicado na página digital do La Repubblica. No mesmo jornal, um jovem ironiza: “Querido Monti, eu gostaria muito da monotonia de um trabalho que me ofereça segurança”.

Muitos dos comentários também pediram “o fim de cargos fixos” e “instabilidade laboral” para os políticos.


Fonte: Opera Mundi





Estou à flor da pele.

Falo aqui como mais uma pessoa que não se aguenta perante as injustiças do mundo. Repudio a ação NAZISTA do governo do Estado de São Paulo, representado na figura de um verme intitulado Geraldo Alckimin contra nove mil pessoas na comunidade de Pinheirinho em São José dos Campos.

Mortes, xingamentos, balas, ditadura que leva o nome de democracia, violência exacerbada a luz do dia contra o povo pobre e preto em detrimento dos interesses do mega especulador Naji Nahas, ladrão de colarinho branco procurado em mais de 30 países.

Eu sou Cracolândia, sou Eldorados dos Carajás, sou Irmã Doroth, sou Carlos Mariguella, sou Zumbi, sou Zapata, sou Africa Bambaataa, sou MST, sou índio Galdino, sou Sabotage, sou Chico Science, sou Pantera Negra, sou Mandela, sou Sendero Luminoso, sou Guevara, sou Movimento Sem Teto, sou Sarau do Manolo. Sou contra a polícia nazista.Sou gay, sou empregada doméstica, sou ambulante, sou xavante, sou preto, sou militante, sou poeta, sou operário, e quero que todos os fascistas vão pra casa do caralho.

Sou Pinheirinho . Sou Pinheirinho. Sou Pinheirinho.

Cervan

Todo apoio à luta dos moradores de Pinheirinho.
Pinheirinho de volta a seus moradores!

Nicolas Marcos, Presidente da Ujes
Na noite de ontem (30/01) ocorreu a primeira audiência pública que discutiu a licitação do transporte coletivo na Câmara de Vereadores de Joinville. Estiveram presentes na atividade entidades estudantis, associações de moradores e sindicatos que por unanimidade pediram que houvesse mais audiências para discutir a licitação e que também sejam feitas nos bairros para que a população tenha direito de decidir o modelo de transporte que é melhor para os trabalhadores e a juventude.

A União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas (Ujes) marcou sua presença com seus representantes defendendo que o transporte seja público e gratuito para todos. Em suas intervenções, Nicolas Marcos (presidente da Ujes) e Luiz Souza (vice-presidente da Ujes) exemplificaram como o transporte é usado pelos estudantes e que o atual monopólio de transporte é falho.


A UJES estará presente na próxima audiência e continuará lutando por um transporte público, gratuito e de qualidade para todos!

Luiz Souza Neto, Vice-Presidente da UJES


Em 2012, novamente, os joinvilenses terão que pagar mais caro para usar o transporte coletivo.

Infelizmente todo ano a história se repete, as empresas pressionam e os prefeitos assinam.

As empresas apresentam um montante de argumentos técnicos sobre o porque é necessário aumentar a tarifa, mas depois de décadas de exploração do serviço de transporte coletivo por empresas privadas, está claro que é o lucro que precisa sempre estar aumentando.

Os estudantes e os trabalhadores em geral são os principais prejudicados com o aumento da tarifa, fica mais caro para ir a escola, para ir ao cinema, para ir ao parque.

A Ujes posiciona-se contra qualquer aumento da tarifa de ônibus, e mais, defende que para garantir que os estudantes e trabalhadores não tenham que pagar um absurdo para andar de transporte coletivo, é necessária a criação de uma empresa pública, para que a lógica seja a prestação de um serviço de qualidade e de que todos tenham acesso contra a lógica do lucro.

Todos na Audiência Pública do dia 30 de janeiro!

No dia 30 de janeiro acontecerá na Câmara de Vereadores de Joinville a partir das 19 horas, audiência pública para discutir o transporte coletivo, a Ujes convoca todos os estudantes e trabalhadores a estarem lá conosco contra os aumentos da tarifa e a favor de uma empresa pública de transporte!

Assistam o vídeo que relata os enfrentamentos que ocorreram em Pinheirinho. A verdade está vindo à luz do dia. A imprensa oficial teima acobertar, mas as declarações comprovam: a polícia de Alckmin feriu e agrediu muita gente. Há ainda informações de que vários moradores estão feridos e que uma criança entrou em estado grave em um Pronto Socorro.

Todo apoio à luta do moradores de Pinheirinho.
Todo apoio ao Ato de Solidariedade que ocorrerá amanhã, a partir das 8 horas na Praça da Sé!
Pinheirinho de volta a seus moradores!




              Este vídeo nos foi enviado pelos companheiros do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto.



O Governo do Estado anunciou que os estudantes da rede pública estadual de ensino não receberão uniforme este ano.

Raimundo Colombo argumenta que a verba que era destinada ao uniforme deverá ser usada para pagar os custos dos direitos que os professores conquistaram depois da longa greve do ano passado.

É absurdo, pois o que os professores e também os estudantes exigiram durante a greve foi justamente o aumento de verbas destinadas a educação, com a aplicação da lei do piso salarial nacional.

O que o Governo Colombo está fazendo é cedendo com uma mão e tirando com a outra, pior, com essa estratégia pretende jogar os pais e estudantes contra os professores.

Devemos reagir, pais, professores e estudantes devem se unir para combater por mais direitos.

Não nos deixemos enganar, há verba o suficiente para garantir todos os direitos dos estudantes e dos professores!