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Foto: G1 Santa Catarina

O início do ano letivo, que seria no dia 13, foi adiado para o dia 17 de fevereiro (segunda-feira), pela Gerência Regional de Educação (GERED). A orientação veio do governo do estado. O motivo seria a forte onda de calor prevista para os próximos dias. A previsão é que a primeira quinzena do mês possa chegar à sensação térmica de 50°C.



“Mais de 70% das escolas públicas não têm biblioteca”, esse é o título de uma matéria da revista veja, da semana passada.

Todos nós já conhecemos bem o descaso do governo com as escolas públicas do nosso país. Não há possibilidade de incentivar um aluno a leitura se ele não há disponível um acervo mínimo de livros.Tanto não se importa que das 7.284 instituições inauguradas em 2011, apenas 21% possuem biblioteca e as que possuem o espaço, muitas vezes não conseguem mantê-lo, pois não há bibliotecárias disponíveis para o cargo.

O governo do estado de Santa Catarina se quer, possui concurso para bibliotecário. Logo, mesmo possuindo um acervo, eles não estão disponíveis aos alunos sempre que precisam.
Segundo a lei 12.244 as instituições de ensino do País, públicas e privadas, devem ter uma biblioteca até o ano de 2020. Para que isso aconteça, o governo deverá construir, em média, 34 bibliotecas por dia para se regulamentar a essa lei.

Ponho como exemplo a Escola Estadual João Rocha, que não possui uma biblioteca, e sim, um depósito de livros didáticos e um pequeno acervo, não disponível aos alunos em todos os períodos por não possuir uma bibliotecária para o cargo, mas sim, uma professora afastada por problemas físicos.
O Grêmio Estudantil do colégio luta para que a biblioteca esteja em condições de uso, e que tenha um funcionário disponível para orientar os alunos. Sem partir dos alunos, que são os principais prejudicados, essa lei não será posta em prática.

O Grêmio é a representatividade dos estudantes, engloba os problemas e faz a frente para lutar por melhorias.

Por isso é de extrema importância que todos os colégios públicos possuam um grêmio, pois só assim poderemos ser ouvidos e, principalmente, garantir que nossos direitos e reivindicações sejam atendidos.
A Ujes, como uma união dos grêmios de Joinville, estará junto com os alunos nessa luta, por uma educação pública e de qualidade, por bibliotecas nas escolas, pois é nosso direito e só lutando poderemos conquistá-lo.

Dayane de Oliveira Pacheco
Diretora de Imprensa da Ujes


A Ujes esteve presente na manifestação A Educação que Queremos, realizada ontem, quarta-feira 22 de Agosto. Cerca de 100 estudantes e professores, oriundos de Florianópolis, Araquari, Gaspar e Jaraguá do Sul se mobilizaram na Praça da Bandeira para se solidarizarem em apoio à greve dos servidores federais. A organização da manifestação ocorreu pelo conjunto dos DCE’s da Univille e Ielusc , além da União Florianopolitana de Estudantes Secundaristas (Ufes), Danma, CA de Sistemas do IFC de Araquari e a União Catarinense de Estudantes. Também estiveram presentes representantes do Sinte e do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica. (Sinasef).

Fala do Presidente da Ujes, Nicolas Marcos

O ato iniciou na Praça da Bandeira, onde as entidades presentes puderam apresentar suas falas. Em seguida, os presentes realizaram uma partida de futebol simbólica, para chamar a atenção dos populares à importância em que se dá a Copa do Mundo e ao descrédito a Educação. Após a partida os estudantes se dirigiram em passeata pelas principais ruas do Centro de Joinville onde finalmente retornaram a Praça da Bandeira, para o encerramento do ato. 

Confira como foi a manifestação: 

A importância do ato realizado se dá através da unificação das entidades em defesa da educação, um direito que é retirado a cada dia que se passa. Tal ato é realizado pelos governos estaduais e o federal, para cumprir com a dívida aos banqueiros, sendo 47% do orçamento geral da União destinado para o pagamento.

A Ujes entende que a educação pública se encontra em situação precária em todos os níveis, ao mesmo sentido que defende o movimento legítimo dos servidores federais, que estão lutando por um salário digno. Educação também se faz com um servidor bem remunerado. Para tal, nos encontramos dispostos a qualquer movimentação e convidamos os demais grêmios estudantis a nos ajudarem neste processo.



A União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas (UJES) convida todos os estudantes e trabalhadores a participarem da manifestação “A Educação que Queremos”, que acontecerá às 10h desta quarta-feira dia 22. A mobilização para a atividade acontece em todo o estado, com o objetivo de organizar uma multidão na Praça da Bandeira em Joinville. Estarão presentes o Diretório Acadêmico Nove de Março (Danma), DCE da Univille, DCE Florestan Fernandes (Ielusc), o Centro Acadêmico de Sistemas da Informação do Instituto Federal de Araquari, a União Catarinense de Estudantes (UCE), a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira de Estudantes Secundaristas (UBES).

O objetivo do ato é mostrar para a sociedade catarinense o descaso com a Educação em todos os níveis. A programação da atividade consiste na concentração às 10h na Praça da Bandeira. Depois de um momento de introdução e apresentação das entidades, os presentes poderão apresentar sua manifestação através de um púlpito que estará no local. Após a concentração ainda há a previsão de uma marcha pelo Centro da cidade e manifestações lúdicas para chamar a atenção da população e do poder público.

Convocamos todos os estudantes e grêmios estudantis a participarem deste movimento. Estaremos lutando por um direito nosso, garantido em lei. Toda presença será fundamental!

Contamos com todos!
Cartaz em A4 para as escolas

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No dia 23 de abril, cerca de 50 estudantes organizaram passeata em apoio à greve dos profissionais da rede estadual de ensino. A manifestação foi organizada pelo grêmio estudantil da escola João Colin.  O objetivo, segundo o presidente do grêmio, Fernando Fossile, “foi convencer mais estudantes a apoiar a greve que está sendo feita em benefício da qualidade da educação”. 

O ato iniciou em frente à escola João Colin e seguiu em passeata até a escola Celso Ramos. Os estudantes, que caminharam cerca de uma hora, aguardaram o final das aulas da escola Celso Ramos para parabenizar os estudantes, que através de muita luta, conseguiram passagem gratuita para os que moram a mais de 3 km da escola. 

Os manifestantes também convidaram os estudantes do Celso Ramos a participar da greve dos professores.

Tanto a Ujes (União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas) como o Sinte (Sindicato dos Trabalhadores em Educação) estiveram presentes no ato.  Segundo o vice-presidente da Ujes, Luiz neto, “os estudantes estão juntos na luta pelo piso e em qualquer que seja as reivindicações, pois entendemos que estudantes e professores devem se unir por uma educação pública, gratuita para todos!”.

O transporte coletivo Joinvilense está hoje sobre a responsabilidade da Gidion e da Transtusa. Essas empresas devem assegurar a manutenção dos serviços e a qualidade dos mesmos, de modo que a população possa exercer o direito ao transporte. 

Infelizmente não estamos tendo os nossos direitos assegurados e não temos um transporte de qualidade em Joinville. A tarifa é alta, causando danos ao orçamento dos Joinvilenses e os ônibus se encontram cheios e com problemas, tornando a vida dos passageiros que precisam desse transporte diariamente mais difícil. Tudo isso ocorre para se garantir mais lucros à Gidion e à Transtusa, pois com uma tarifa cada vez mais alta e com menos investimentos, mais dinheiro as empresas poderão tirar em cima do sofrimento da população Joinvilense.

Por todo o descaso das empresas e pela má qualidade do transporte Joinvilense pedimos que mandem fotos para o nosso e-mail ujesjlle@gmail.com, para criarmos um documento e expormos para todos verem que o transporte coletivo Joinvilense não tem qualidade. 



Pedimos também, que os estudantes se organizem em torno dessa causa, criando grêmios estudantis e que os professores os ajudem. A união de professores e alunos é fundamental para esse processo, pois são as organizações escolares que garantirão mobilizações da juventude com força.


Mobilizemos contra esse descaso! o/

Todos os alunos e professores estão convocados para as seguintes atividades do Sinte Joinville:


Ato Público em Defesa da Escola Pública e Valorização do Magistério 
Dia: 10/04 - terça-feira 
Hora:17h 
Local: em frente a SDR
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Assembleia Regional
Quando: 10/04 - terça-feira Hora: 19h Local: Sinsej - Rua Lages, 84 – Centro
Pauta: Informes gerais, Proposta do governo, Assembleia Estadual e Encaminhamentos

A união de professores e alunos faz a força! 

Professor bem remunerado é garantia de uma boa educação! 


A Ujes esteve presente na ultima sexta-feira, dia 16 de março, no ato realizado pela direção regional do Sinte (Sindicato dos Trabalhadores da Educação), realizado na Praça da Bandeira. A atividade contou com a presença dos servidores estaduais e de servidores municipais, além da própria direção do Sinsej, que apoia as reivindicações do Sinte. Os professores fizeram trabalho de panfletagem e explicaram a população que passava pela área o que reivindicavam do governo do Estado.

Ujes, Sinsej e Sinte unidos em luta

A Ujes apoia os movimentos dos professores, pois entende que a defesa da educação começa por quem a fornece. Os professores tem o direito de receber o piso, assim como os estudantes merecem uma educação pública gratuita e de qualidade. Com isso, pedimos aos estudantes que entendam a situação e que apoiem os seus mestres, para assim conseguirmos do governo do Estado uma resposta positiva mais rapidamente.

Os professores lutando, também estão ensinando! Firmes na luta professores!






Este ano teremos a licitação para o transporte coletivo de Joinville, um assunto que sempre é muito discutido na cidade. A Prefeitura Municipal pretende com o processo licitatório, legalizar a concessão do transporte coletivo joinvilense, que está irregular há mais de quarenta anos. O edital para a licitação do transporte sairá até março. Enquanto isso, a Prefeitura tenta discutir com a população através das audiências públicas.

Somos a União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas (UJES), entidade fundada na década de 60 com o intuito de combater a ditadura militar, e lutar pelos conquista e manutenção dos direitos estudantis. Por exemplo, a luta pela educação pública gratuita de qualidade.


 A Ujes teve sua sede destruída no mesmo ano de sua fundação pelos militares, pois todos os movimentos contrários ao sistema imposto eram combatidos pela ditadura e tinham suas principais lideranças torturadas e mortas. Mas isso não impediu que os jovens da década de 80 refundassem a entidade e com ela continuassem a luta pelos seus direitos.


 A Ujes teve um papel importantíssimo no fora Collor em Joinville com movimentos em quase todas as escolas na época.


 Também esteve presente na luta pelo transporte público pelo passe-livre estudantil, começando pela luta do meio-passe, durante a década de 90. Hoje, 2012, a luta continua, o transporte continua sem qualidade e as tarifas altíssimas.




 Em 2008 á Ujes botou mais de 1000 estudantes na rua contra o aumento da tarifa e lutando pelo passe-livre.


 Em 2010 o projeto “Ujes nas escolas” teve grande importância na divulgação da entidade, ligando os estudantes secundaristas a sua principal entidade na cidade.


 Em 2011 a Ujes esteve junto aos professores na greve pelo piso salarial e por melhoras na educação pública. Mostrou que a união dos estudantes e a dos professores fez a diferença na luta pelo direito básico, a EDUCAÇÃO!


 Em 2012 a luta continua e estaremos preparados para enfrentá-las com muita força e organização para que possamos lutar por nossas reivindicações e fazer o movimento estudantil mostrar a sua cara mais uma vez!


 Luiz Souza Neto, Vice - presidente da Ujes.


À volta às aulas em 2012 ainda não aconteceu para 2.696 estudantes de cinco escolas de Joinville, pois elas estão interditadas pela vigilância sanitária: Francisco Eberhardt, no bairro Dona Francisca; Maria Amin Ghanem, no Aventureiro; Monsenhor Sebastião Scarzello no bairro Itaum e Plácido Olímpio de Oliveira, no Bom Retiro. Além dessas, a escola Giovani Pasqualini Faraco, no Santo Antônio, terá a volta às aulas adiada, iniciando após o carnaval. A demora para a entrega dessas escolas decorre de um antigo impasse entre a Secretária de Desenvolvimento de Joinville e a Vigilância Sanitária, que interditou estas escolas no final de 2011, por vários problemas estruturais que impediam a utilização delas pelos alunos.

Escola Monsenhor Sebastião Scarzello, no Itaum

Os problemas que os estudantes sofreram até a interdição variam, mas são graves: infiltrações no piso e nas paredes, falta de instalações elétricas e esgotamento sanitário adequados, goteiras, dentre outras. Estes problemas são antigos e a vigilância sanitária segue implacável na fiscalização e interdição das escolas estaduais, sendo estas, apenas um acréscimo em uma lista de interdições de longa data, refletindo assim, a má conservação das escolas estaduais e o descaso do governo estadual para reverter esta situação.

Escola Maria Amin, na Cohab do Aventureiro

No final de 2009, os estudantes das escolas, Oswaldo Aranha, no Glória; Senador Rodrigo Lobo, no bairro Jardim Sofia; Paulo Medeiros, no Adhemar Garcia e Tufi Dippe, no bairro Comasa tiveram problemas com interdições parciais, ou inteiras de suas escolas. Nas três últimas, os estudantes tiveram que estudar em meio a reformas durante o ano de 2010. Durante o ano de 2011 as interdições continuaram, pelo Conselheiro Mafra, no Centro, em meio ao centenário da escola, na Escola Alícia Bittencourt, no Profipo; além das cinco outras escolas mencionadas ao início deste texto.

Escola Francisco Eberhardt, em Pirabeiraba

Estamos na maior cidade do estado, que fornece 1% de todo o PIB nacional, lar do secretário da educação, o ex-prefeito Marco Tebaldi, cuja administração municipal deixou a desejar. É inadmissível uma cidade do porte de Joinville não ter uma educação pública, gratuita para todos. A educação é um direito constitucional que não está sendo assegurado pelo governo do Estado, que vai privando cada vez mais os estudantes desse direito, através da falta de material escolar, do não pagamento do salário dos professores, da privatização de setores da escola, tais como a cozinha, conforme medida realizada em 2010 e claro, da falta de manutenção das instalações.

Escola Plácido Olímpio, no Bom Retiro

A Ujes critica a falta de atuação do Governo do Estado e da Gerência Regional de Educação em solucionar o problema dessas escolas. É preciso reverter essa situação. Para isso pedimos para que os alunos dessas escolas interditadas e de tantas outras que sofrem pela falta de recursos, se mobilizarem e reivindicarem, e entrarem em contato com a Ujes, para asseguramos o que é de fato nosso, uma educação pública, gratuita para todos.

Nicolas Marcos – Presidente da União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas

Fonte: ANotícia


 Aqui estamos de volta às aulas. Um momento agradável, de reencontro com velhos amigos e professores, ou encontros novos. Momento de mudanças, de desafios. 

 Mas há coisas que não mudam há anos. Como o aumento excessivo da tarifa de ônibus durante as férias, o descaso geral dos governos do Estado e do município para com os professores, a sempre iminente chance de greve e a estrutura das escolas pior a cada dia.

 Tudo isso afeta negativamente o início das aulas, mas não devemos nos abalar e entristecer. Essas razões devem nos levar a começar o ano com força e vontade de exigir as melhorias merecidas. Isso não é utopia. Em Cuiabá, Mato Grosso, existe passe-livre estudantil, as escolas federais possuem boa estrutura.



 Dois passos para começar:

 1) O Sinte está em Estado de Greve e esse não é o momento de ficar em casa esperando a calmaria. É hora de ir ás ruas junto com os professores e lembrar ao governo que os problemas da educação também afetam os estudantes. 

 2) Dia 12 de março, às 19 horas, haverá uma audiência para discutir a licitação do transporte coletivo em Joinville. Um jogo de cartas marcadas para legalizar a exploração a tantos anos executada pelas atuais empresas de ônibus da cidade. Quanto mais pessoas denunciarem o verdadeiro objetivo desta audiência, inclusive participando dela com voz contrária à aprovação das falcatruas, maiores as chances de conseguirmos um transporte coletivo público verdadeiramente voltado aos usuários e com passe-livre estudantil.

 Encontramo-nos lá! 

 Luis Alfredo da Silva, tesoureiro da União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas e estudante de Mecatrônica Industrial no IF-SC. 

Nicolas Marcos, Presidente da Ujes
Na noite de ontem (30/01) ocorreu a primeira audiência pública que discutiu a licitação do transporte coletivo na Câmara de Vereadores de Joinville. Estiveram presentes na atividade entidades estudantis, associações de moradores e sindicatos que por unanimidade pediram que houvesse mais audiências para discutir a licitação e que também sejam feitas nos bairros para que a população tenha direito de decidir o modelo de transporte que é melhor para os trabalhadores e a juventude.

A União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas (Ujes) marcou sua presença com seus representantes defendendo que o transporte seja público e gratuito para todos. Em suas intervenções, Nicolas Marcos (presidente da Ujes) e Luiz Souza (vice-presidente da Ujes) exemplificaram como o transporte é usado pelos estudantes e que o atual monopólio de transporte é falho.


A UJES estará presente na próxima audiência e continuará lutando por um transporte público, gratuito e de qualidade para todos!

Luiz Souza Neto, Vice-Presidente da UJES


Em 2012, novamente, os joinvilenses terão que pagar mais caro para usar o transporte coletivo.

Infelizmente todo ano a história se repete, as empresas pressionam e os prefeitos assinam.

As empresas apresentam um montante de argumentos técnicos sobre o porque é necessário aumentar a tarifa, mas depois de décadas de exploração do serviço de transporte coletivo por empresas privadas, está claro que é o lucro que precisa sempre estar aumentando.

Os estudantes e os trabalhadores em geral são os principais prejudicados com o aumento da tarifa, fica mais caro para ir a escola, para ir ao cinema, para ir ao parque.

A Ujes posiciona-se contra qualquer aumento da tarifa de ônibus, e mais, defende que para garantir que os estudantes e trabalhadores não tenham que pagar um absurdo para andar de transporte coletivo, é necessária a criação de uma empresa pública, para que a lógica seja a prestação de um serviço de qualidade e de que todos tenham acesso contra a lógica do lucro.

Todos na Audiência Pública do dia 30 de janeiro!

No dia 30 de janeiro acontecerá na Câmara de Vereadores de Joinville a partir das 19 horas, audiência pública para discutir o transporte coletivo, a Ujes convoca todos os estudantes e trabalhadores a estarem lá conosco contra os aumentos da tarifa e a favor de uma empresa pública de transporte!


Protesto dos alunos de Joinville, da Escola de Educação Básica João Colin contra a visita do politico Darci de Matos - Uma das pessoas que votou contra o aumento do salário dos professores em SC. Também contra a indicação politica para a direção do colégio E a falta de liberdade de expressão que existe no colégio devido a direção do mesmo.

Quatro escolas foram interditadas neste mês de outubro, por descaso do governo municipal e estadual.  Nas escolas há infiltrações, problemas na rede de abastecimento de água potável, problemas na rede elétrica, nos telhados etc.

Cerca de 1400 alunos estão fora da sala de aula por culpa de um sistema falho de governo.

É inadmissível que um governo, tanto o estadual quanto o municipal, não consiga construir escolas decentes e de qualidade para os estudantes. 

O abastecimento de água de três escolas municipais está comprometido pelo problema de abastecimento de captação de água do rio. O problema aparenta ser de recebimento de água suja, onde agora estão tentado fazer um rápido reparo para que essa triste história acabe.

Isso só será possível quando a companhias Águas de Joinville resolver o problema de sujeira nos reservatórios, e a Vigilância Sanitária der um laudo aprovando o serviço, mas isso não foi feito até agora.
Os alunos continuarão sem aula, prejudicados por um ensino que deveria ser de gratuito e para todos. Isso se torna revoltante pelo motivo de Joinville ser a maior cidade do estado de Santa Catarina, sendo que teria condições suficientes para ter escolas de ótima qualidade.

 No caso da escola estadual do bairro Aventureiro, o problema é a infiltração, problemas na rede elétrica e telhas quebradas. Isso ocorre porque as escolas não recebem atenção devida e acabam sendo abandonadas e vão ficando ”velhas”, com estruturas físicas precárias, onde tudo pode desmoronar a qualquer hora.
Bom, esses problemas não se resolvem sozinhos, só serão conquistados a partir da hora que os alunos se reunirem organizadamente e lutarem pelos seus direitos concedidos pela constituição brasileira, com a luta serão conquistados muito mais direitos, não só os citados acima, e não em uma única escola, mas em várias outras entidades publicas de ensino.

E é para isto que a Ujes existe, para ajudar os estudantes em suas lutas por reivindicações em todas as instituições publicas de ensino de Joinville. 

Juliano Lenon da Silva
Diretor de Escola Pública da Ujes

A Ujes continua com os professores em greve pela educação. Na próxima terça (05/07) estaremos participando da Assembléia Regional ás 15h no Sindicato dos Mecânicos, os estudantes estão convidados.
Abaixo algumas fotos da nossa participação, abraço.