Luis Alfredo (tesoureiro da Ujes) falou sobre a importância da união entre estudantes e professores

No último sábado (03/03) a União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas (Ujes) participou da assembleia do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina (SINTE Joinville). O objetivo da atividade era discutir a atuação em conjunto dos professores e a Ujes nas principais lutas da entidade no momento, as Escolas Interditadas e a licitação do serviço de transporte coletivo da cidade.


Os resultados da Assembleia foram positivos. A UJES estará com o SINTE nas visitas às escolas interditadas, e terá auxílio dos professores na panfletagem sobre a audiência que tratará da licitação do transporte. Ao final de sua fala o representante da Ujes na atividade, Luis Alfredo, reforçou publicamente a importância do apoio mútuo das entidades sindicais de estudantes e dos professores.

NOSSAS MÍDIAS SOCIAIS
Twitter: @ujesjoinville
Facebook: Clique aqui 



A Ujes inicia uma campanha financeira para angariar fundos para a entidade e precisamos da ajuda do companheiro secundarista para isso. Estaremos a partir desta semana, oferecendo em nossas escolas, o material “Os Revoltados”, que é um trabalho feito pelo nosso companheiro Evandro Colzani, do DCE da Univille, em troca da quantia mínima de R$2,00.


 Pedimos os R$2,00, pois este dinheiro servirá para financiar a luta estudantil secundarista, através dos gastos da Ujes, e do apoio aos grêmios estudantis que lutem pelos interesses de seus estudantes.


 É necessária a independência financeira do estudante secundarista, seja da Ujes ou dos grêmios, pois assim, não ficaremos presos a falsos benfeitores, que auxiliam financeiramente, mas depois querem que joguemos contra os secundaristas, cuja base sempre defenderemos. Além disso, somente através da luta financeira conseguiremos crescer enquanto União Joinvilense ao mesmo tempo em que demonstramos a nossa força como conjunto. Por isso estudante de qualquer escola secundarista, ajude-nos, para podermos construir um movimento estudantil mais forte em Joinville!



Somos a União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas (UJES), entidade fundada na década de 60 com o intuito de combater a ditadura militar, e lutar pelos conquista e manutenção dos direitos estudantis. Por exemplo, a luta pela educação pública gratuita de qualidade.


 A Ujes teve sua sede destruída no mesmo ano de sua fundação pelos militares, pois todos os movimentos contrários ao sistema imposto eram combatidos pela ditadura e tinham suas principais lideranças torturadas e mortas. Mas isso não impediu que os jovens da década de 80 refundassem a entidade e com ela continuassem a luta pelos seus direitos.


 A Ujes teve um papel importantíssimo no fora Collor em Joinville com movimentos em quase todas as escolas na época.


 Também esteve presente na luta pelo transporte público pelo passe-livre estudantil, começando pela luta do meio-passe, durante a década de 90. Hoje, 2012, a luta continua, o transporte continua sem qualidade e as tarifas altíssimas.




 Em 2008 á Ujes botou mais de 1000 estudantes na rua contra o aumento da tarifa e lutando pelo passe-livre.


 Em 2010 o projeto “Ujes nas escolas” teve grande importância na divulgação da entidade, ligando os estudantes secundaristas a sua principal entidade na cidade.


 Em 2011 a Ujes esteve junto aos professores na greve pelo piso salarial e por melhoras na educação pública. Mostrou que a união dos estudantes e a dos professores fez a diferença na luta pelo direito básico, a EDUCAÇÃO!


 Em 2012 a luta continua e estaremos preparados para enfrentá-las com muita força e organização para que possamos lutar por nossas reivindicações e fazer o movimento estudantil mostrar a sua cara mais uma vez!


 Luiz Souza Neto, Vice - presidente da Ujes.



 Os pais e estudantes da escola Maria Amin Ghanem, na Cohab do Aventureiro, manifestaram na frente da escola contra a interdição da mesma. O ato aconteceu no último dia 28 e teve a presença de mais de 100 pessoas, além da presença do vereador Adilson Mariano. Após o ato, representantes de pais e alunos, foram ao Fórum protocolar a denúncia contra a interdição da escola onde conversaram com o promotor responsável, que se posicionou contra a liberação da escola, pois a reforma que aconteceu no período de férias não foi suficiente para adequá-la aos alunos. Os pais e alunos continuarão se manifestando até que a escola seja liberada.




 A Ujes apoia a luta dos pais e alunos do Maria Amin e pretende se fazer presente sempre que possível, pois a educação de qualidade é um direito de todos e que não está sendo garantida pelo governo do Estado.



NOSSAS MÍDIAS SOCIAIS
Twitter: @ujesjoinville
Facebook: Clique aqui



À volta às aulas em 2012 ainda não aconteceu para 2.696 estudantes de cinco escolas de Joinville, pois elas estão interditadas pela vigilância sanitária: Francisco Eberhardt, no bairro Dona Francisca; Maria Amin Ghanem, no Aventureiro; Monsenhor Sebastião Scarzello no bairro Itaum e Plácido Olímpio de Oliveira, no Bom Retiro. Além dessas, a escola Giovani Pasqualini Faraco, no Santo Antônio, terá a volta às aulas adiada, iniciando após o carnaval. A demora para a entrega dessas escolas decorre de um antigo impasse entre a Secretária de Desenvolvimento de Joinville e a Vigilância Sanitária, que interditou estas escolas no final de 2011, por vários problemas estruturais que impediam a utilização delas pelos alunos.

Escola Monsenhor Sebastião Scarzello, no Itaum

Os problemas que os estudantes sofreram até a interdição variam, mas são graves: infiltrações no piso e nas paredes, falta de instalações elétricas e esgotamento sanitário adequados, goteiras, dentre outras. Estes problemas são antigos e a vigilância sanitária segue implacável na fiscalização e interdição das escolas estaduais, sendo estas, apenas um acréscimo em uma lista de interdições de longa data, refletindo assim, a má conservação das escolas estaduais e o descaso do governo estadual para reverter esta situação.

Escola Maria Amin, na Cohab do Aventureiro

No final de 2009, os estudantes das escolas, Oswaldo Aranha, no Glória; Senador Rodrigo Lobo, no bairro Jardim Sofia; Paulo Medeiros, no Adhemar Garcia e Tufi Dippe, no bairro Comasa tiveram problemas com interdições parciais, ou inteiras de suas escolas. Nas três últimas, os estudantes tiveram que estudar em meio a reformas durante o ano de 2010. Durante o ano de 2011 as interdições continuaram, pelo Conselheiro Mafra, no Centro, em meio ao centenário da escola, na Escola Alícia Bittencourt, no Profipo; além das cinco outras escolas mencionadas ao início deste texto.

Escola Francisco Eberhardt, em Pirabeiraba

Estamos na maior cidade do estado, que fornece 1% de todo o PIB nacional, lar do secretário da educação, o ex-prefeito Marco Tebaldi, cuja administração municipal deixou a desejar. É inadmissível uma cidade do porte de Joinville não ter uma educação pública, gratuita para todos. A educação é um direito constitucional que não está sendo assegurado pelo governo do Estado, que vai privando cada vez mais os estudantes desse direito, através da falta de material escolar, do não pagamento do salário dos professores, da privatização de setores da escola, tais como a cozinha, conforme medida realizada em 2010 e claro, da falta de manutenção das instalações.

Escola Plácido Olímpio, no Bom Retiro

A Ujes critica a falta de atuação do Governo do Estado e da Gerência Regional de Educação em solucionar o problema dessas escolas. É preciso reverter essa situação. Para isso pedimos para que os alunos dessas escolas interditadas e de tantas outras que sofrem pela falta de recursos, se mobilizarem e reivindicarem, e entrarem em contato com a Ujes, para asseguramos o que é de fato nosso, uma educação pública, gratuita para todos.

Nicolas Marcos – Presidente da União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas

Fonte: ANotícia


O que é arte? A arte é uma forma do ser humano poder expressar seus sentimentos e emoções através de alguns valores estéticos, como beleza, harmonia e equilíbrio. Mas numa sociedade capitalista, onde a ordem é trabalhar para sobreviver são poucos os que têm acesso às artes pelo preço ou até mesmo por não haver nada de seu agrado. A arte no capitalismo é usada para manipular o povo, ou seja, a arte é usada como uma mera mercadoria e não como um instrumento da liberdade.

O Homem na Encruzilhada - Mural de Diego Rivera, México

Já em uma sociedade socialista a arte não será um produto, como é no capitalismo. Ela vai estar livre da exploração do capital e poderá se desenvolver como arte. Entendemos que a arte é uma forma das pessoas se expressarem sem terem medo de serem julgadas ou discriminadas, pois a arte por si só já é algo que nos possibilita exercitar o que há de mais belo em nós, nossa imaginação. 

Por isso nós da União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas, UJES, lutamos pelo socialismo para que cada vez, mas jovens possam estar trazendo a magia da musica, a pureza do teatro, e todos os ritmos da dança para encantar cada vez mais a nossa sociedade.

Todos unidos por um país mais belo, todos unidos pelo socialismo!


Ontem dia 25/02/12 a Ujes esteve participando de uma reunião junto ao sindicato dos trabalhadores da educação- SINTE. Na reunião estiveram presentes, mais de 25 professores e representantes de escolas. Foi discutida a atuação sobre as escolas interditadas e a paralização nacional dos professores. Uma nova conversa com o sindicato para fechar os detalhes foi marcada para a próxima terça-feira.

Através da união entre classes a luta estudantil secundarista será muito mais forte!





 Aqui estamos de volta às aulas. Um momento agradável, de reencontro com velhos amigos e professores, ou encontros novos. Momento de mudanças, de desafios. 

 Mas há coisas que não mudam há anos. Como o aumento excessivo da tarifa de ônibus durante as férias, o descaso geral dos governos do Estado e do município para com os professores, a sempre iminente chance de greve e a estrutura das escolas pior a cada dia.

 Tudo isso afeta negativamente o início das aulas, mas não devemos nos abalar e entristecer. Essas razões devem nos levar a começar o ano com força e vontade de exigir as melhorias merecidas. Isso não é utopia. Em Cuiabá, Mato Grosso, existe passe-livre estudantil, as escolas federais possuem boa estrutura.



 Dois passos para começar:

 1) O Sinte está em Estado de Greve e esse não é o momento de ficar em casa esperando a calmaria. É hora de ir ás ruas junto com os professores e lembrar ao governo que os problemas da educação também afetam os estudantes. 

 2) Dia 12 de março, às 19 horas, haverá uma audiência para discutir a licitação do transporte coletivo em Joinville. Um jogo de cartas marcadas para legalizar a exploração a tantos anos executada pelas atuais empresas de ônibus da cidade. Quanto mais pessoas denunciarem o verdadeiro objetivo desta audiência, inclusive participando dela com voz contrária à aprovação das falcatruas, maiores as chances de conseguirmos um transporte coletivo público verdadeiramente voltado aos usuários e com passe-livre estudantil.

 Encontramo-nos lá! 

 Luis Alfredo da Silva, tesoureiro da União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas e estudante de Mecatrônica Industrial no IF-SC. 





Ontem, dia 21/02, a Ujes se reuniu para confeccionar a faixa que será utilizada para defender a empresa pública do transporte neste ano de licitação. Reuniram-se membros da diretoria e contatos simpatizantes. A faixa foi terminada no mesmo dia, mas deu trabalho! Firmes na luta pessoal! o/