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Em várias escolas a UJES tem encontrado dificuldade para entrar e dialogar com os estudantes. O motivo é claro, as direções escolares têm sido pagas para reprimir os professores em greve e os alunos que os apoiam.

Em vídeo, o Secretário de Educação ameaça, com todas as letras, que o diretor recebe para apoiar o Governo do Estado, e não o direito de greve dos professores. E ainda promete aumento de salário aos diretores escolares de 25%, única e exclusivamente para apoiar o Governo na greve e tomar as medidas necessárias para reprimir os professores e estudantes.


Na ultima sexta-feira (27/04), estudantes da escola Jandira D’Ávilla, no bairro Aventureiro, organizaram ato em apoio à greve dos professores da rede estadual de ensino.  Os alunos ficaram parados, nas calçadas da Rua Tuiuti e quando o sinal fechava, eles se dirigiam a frente dos carros com cartazes e faixas. O objetivo dos manifestantes é mostrar solidariedade aos professores, que reivindicam a aplicação da Lei Nacional do Piso.

O protesto contou com a presença dos grêmios estudantis da escola João Colin e Senador Rodrigo Lobo, do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte) e da União Joinvilense de Estudantes Secundaristas (Ujes).

Os estudantes realizarão uma nova manifestação, na próxima sexta-feira (04/05), no Aventureiro, que contará com estudantes do João Rocha, Senador Rodrigo Lobo e Jandira D’Ávilla.




No dia 23 de abril, cerca de 50 estudantes organizaram passeata em apoio à greve dos profissionais da rede estadual de ensino. A manifestação foi organizada pelo grêmio estudantil da escola João Colin.  O objetivo, segundo o presidente do grêmio, Fernando Fossile, “foi convencer mais estudantes a apoiar a greve que está sendo feita em benefício da qualidade da educação”. 

O ato iniciou em frente à escola João Colin e seguiu em passeata até a escola Celso Ramos. Os estudantes, que caminharam cerca de uma hora, aguardaram o final das aulas da escola Celso Ramos para parabenizar os estudantes, que através de muita luta, conseguiram passagem gratuita para os que moram a mais de 3 km da escola. 

Os manifestantes também convidaram os estudantes do Celso Ramos a participar da greve dos professores.

Tanto a Ujes (União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas) como o Sinte (Sindicato dos Trabalhadores em Educação) estiveram presentes no ato.  Segundo o vice-presidente da Ujes, Luiz neto, “os estudantes estão juntos na luta pelo piso e em qualquer que seja as reivindicações, pois entendemos que estudantes e professores devem se unir por uma educação pública, gratuita para todos!”.


O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina - Regional Joinville (SINTE Joinville) dirigiu na manhã desta última segunda-feira uma assembleia nas instalações do Sindicato dos Mecânicos com intuito do organizar o início da Greve dos professores.


A forma como o Governo do Estado tem tratado esses trabalhadores vai de mal a pior e só a greve parece ser capaz de mudar essa situação. A UJES apoia a greve dos professores, tem se organizado junto a ela visando principalmente auxiliar os Comandos de Greve e convoca todos os estudantes à participação ativa nessa luta, especialmente através de agremiações estudantis.

Porque a luta dos professores também é nossa. É a luta pela Educação Pública de qualidade para todos.



Membros da Ujes e do grêmio da escola João Colin, no Itaum, participaram de duas atividades do Sinte – Sindicato dos Trabalhadores da Educação no último dia 10 de abril. À tarde os professores panfletaram em frente à SDR – Secretaria de Desenvolvimento Regional, onde também foi entregue um documento denunciando o desleixo do governo do Estado em relação às escolas interditadas além de outras reivindicações do sindicato.


Ujes e o grêmio da Escola João Colin presentes (à direita)

À noite os professores realizaram a Assembleia da regional de Joinville, onde se discutiram encaminhamentos sobre a entrega do documento na SDR e a Assembleia Estadual do dia 17 de abril em Florianópolis, que pode deflagrar o início da greve dos professores por tempo indeterminado.

A Ujes apoia as movimentações dos professores e entende que o governo do Estado deve zelar pelos seus profissionais. O não cumprimento da lei do piso, bem como o descaso com as escolas interditadas são ataques diretos à educação pública, sucateando-a cada vez mais.

Firmes na luta professores! Professor lutando também está ensinando.


Todos os alunos e professores estão convocados para as seguintes atividades do Sinte Joinville:


Ato Público em Defesa da Escola Pública e Valorização do Magistério 
Dia: 10/04 - terça-feira 
Hora:17h 
Local: em frente a SDR
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Assembleia Regional
Quando: 10/04 - terça-feira Hora: 19h Local: Sinsej - Rua Lages, 84 – Centro
Pauta: Informes gerais, Proposta do governo, Assembleia Estadual e Encaminhamentos

A união de professores e alunos faz a força! 

Professor bem remunerado é garantia de uma boa educação! 

Proposta do governo mostra que precisamos intensificar nossa luta e mobilização!

Em Assembleia Estadual realizada no dia 15 de março, em Florianópolis, os trabalhadores em educação de SC rejeitaram por unanimidade a proposta apresentada pelo governo no dia anterior.

Reafirmamos que a proposta apresentada pelo governo não respeita a lei do piso e não contempla todos os trabalhadores em educação, não valoriza a qualificação e capacitação dos profissionais, ao contrário, mantém a política de compactação da tabela salarial.

Estamos abertos ao diálogo, mas é impossível aceitar a forma com que o governo vem conduzindo as negociações e o descumprimento dos acordos de greve.

Somente uma proposta que atenda as reivindicações dos trabalhadores, em especial, o reajuste de 22,22% aplicados na carreira e retroativo a janeiro, o cumprimento de 1/3 de hora atividade conforme a lei do piso, a descompactação da tabela salarial e a garantia dos nossos direitos já adquiridos poderão evitar que a categoria vá à greve!

Temos tradição na luta pela conquista de direitos dos trabalhadores do serviço público de Santa Catarina; são históricas nossas marchas na defesa da educação pública de qualidade. Neste momento, precisamos nos engajar nesta luta e exigir, definitivamente, que o governo assuma seu compromisso com a Educação, respeite a Lei do Piso Nacional do Magistério, aplicando a correção imediatamente.

Agradecemos desde já, todos aqueles que diretamente ou indiretamente estão apoiando este movimento.
 



A Ujes esteve presente na ultima sexta-feira, dia 16 de março, no ato realizado pela direção regional do Sinte (Sindicato dos Trabalhadores da Educação), realizado na Praça da Bandeira. A atividade contou com a presença dos servidores estaduais e de servidores municipais, além da própria direção do Sinsej, que apoia as reivindicações do Sinte. Os professores fizeram trabalho de panfletagem e explicaram a população que passava pela área o que reivindicavam do governo do Estado.

Ujes, Sinsej e Sinte unidos em luta

A Ujes apoia os movimentos dos professores, pois entende que a defesa da educação começa por quem a fornece. Os professores tem o direito de receber o piso, assim como os estudantes merecem uma educação pública gratuita e de qualidade. Com isso, pedimos aos estudantes que entendam a situação e que apoiem os seus mestres, para assim conseguirmos do governo do Estado uma resposta positiva mais rapidamente.

Os professores lutando, também estão ensinando! Firmes na luta professores!






A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE/CUT convocou três dias de paralisação nacional dos trabalhadores em educação. 

O objetivo central é garantir o cumprimento imediato e integral da Lei Federal nº 11.738, que determina um Piso Salarial Profissional Nacional para a carreira do magistério.

Os trabalhadores em educação, depois de anos de luta, conquistaram em 2008 o Piso Nacional do setor, mas ele não é aplicado.

Ainda em 2008 os governadores Luiz Henrique da Silveira (PMDB), de Santa Catarina, Yeda Crusius (PSDB), do Rio Grande do Sul, Roberto Requião (PMDB), do Paraná, André Puccinelli (PMDB), do Mato Grosso do Sul, e Cid Gomes (PSB), do Ceará, entraram com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade contra o piso nacional e a hora atividade de 33%.

Em 2011 o Supremo julgou constitucional a lei, mas os governos continuaram descumprindo o Piso e 1/3 de aula atividade que prevê a lei.

Em 2011, do Oiapoque ao Chuí, os trabalhadores em educação se mobilizaram. Foram muitas manifestações, paralisações e greves. Alguns poucos governos cederam, mas a maioria dos governos estaduais e municipais continuou descumprindo a Lei do Piso.

Em fevereiro de 2012, o MEC divulgou nota reafirmando o aumento de 22,22% no valor do Piso para 2012, retroativo a janeiro. Diversos governadores e prefeitos se manifestaram de forma cínica: “não temos como pagar!”. Ou seja, lei que garante direito de trabalhador não precisa ser cumprida no Brasil.

A Esquerda Marxista considera que uma das principais necessidades para se ter uma verdadeira Educação Pública e Gratuita em todos os níveis é o pagamento de salários dignos para os trabalhadores da educação.

Neste sentido, a unidade de todas as forças dos trabalhadores e da juventude é muito importante para fazer valer o Piso Nacional. E para valorizá-lo, pois o valor definido mesmo sendo uma importante conquista, ainda é insuficiente.

A Esquerda marxista reafirma sua disposição de lutar junto com todo o magistério, a juventude e toda a classe trabalhadora por esta conquista que deve ser imposta nacionalmente.

A responsabilidade da direção nacional da CUT é total neste caso para que esta mobilização se expanda e possa chegar a efetivamente conquistar as reivindicações. Esta é uma luta de toda a classe.

Chamamos a atenção também sobre a necessidade da unidade de toda a classe trabalhadora e suas organizações. Por isso é preciso que a CUT efetivamente combata para ser a central capaz de dar, de fato, uma expressão nacional às lutas da classe trabalhadora.



A hora é de parar a educação no Brasil para impor o Piso Nacional!

Todo apoio à Greve Nacional dos Trabalhadores em Educação!

É preciso preparar a greve nacional por tempo indeterminado dos Trabalhadores em Educação!


Por todo o país se espalham as greves de professores das escolas públicas. Os governos, na maioria das vezes, negam-se a atender suas reivindicações e as greves se estendem por semanas. Os governos usam todo tipo de falácia para convencer a população e especialmente os estudantes a se voltarem contra seus professores. Algumas mentiras como: “os professores são irresponsáveis ao tirar o direito das crianças de ter aula”, “nós não temos condições de financiar o que o professores reivindicam”.

Primeiramente vamos analisar quais são as reivindicações dos professores, que as razões das greves. O salário do professor na maioria dos estados não é muito maior do que o valor da mensalidade de cursos de licenciatura em universidades privadas e comunitárias. As condições de trabalho para os professores, ou seja, a estrutura nas escolas públicas é de péssima qualidade, há desde falta de materiais, problemas estruturais de extrema gravidade como rachaduras nas paredes, problemas de higiene, salas superlotadas.

Vejamos que todos esses problemas prejudicam também os estudantes, afinal o ambiente de trabalho do professor é o ambiente de estudo, logo, todas as reivindicações dos grevistas relacionadas a estrutura escolar também deveriam ser as reivindicações dos estudantes.

A questão do salário também é de importância para os estudantes e para a população em geral, afinal se essa profissão importantíssima é tratada com descaso, essa irresponsabilidade do governo vai se refletir no futuro, quando cada vez mais jovens desistirão da carreira de professor por conta do péssimo retorno financeiro. Então quem ajudará as crianças e jovens a aprender para exercer um trabalho produtivo em pró da comunidade?

Vejamos então que é o governo que está tirando o direito das crianças de, no futuro, poder ter uma educação de qualidade. Quanto às crianças e jovens de hoje, é completamente falso o discurso de que estes sairão mais prejudicados com a greve. Todos os dias a aprendizagem da juventude é precarizada por causa do descaso do governo com a educação. A dedicação dos estudantes e o heroísmo dos professores não são suficientes para garantir qualidade na educação.

O governo deve entender que a única forma de garantir que os estudantes, professores e a população não saiam prejudicados com a greve é atender as reivindicações dos grevistas e assim tornar possível o retorno das aulas com ganhos reais para professores e estudantes.

Não há dinheiro para a educação? Ora, existem acusações gravíssimas inclusive de desvio de verbas do FUNDEB em Santa Catarina. Dinheiro há sim, onde ele está é a questão.

Os estudantes e a população devem compreender que só a greve, a organização, a luta na rua é que forçará os governantes a atender nossas reivindicações. Esses homens que têm a caneta na mão, fora raras exceções, são comprados pelos exploradores ricos através do financiamento de campanhas e da corrupção, só se interessam por eles mesmos.

Professores e estudantes, trabalhadores, unam-se na luta pela educação pública gratuita e de qualidade.

A Ujes continua com os professores em greve pela educação. Na próxima terça (05/07) estaremos participando da Assembléia Regional ás 15h no Sindicato dos Mecânicos, os estudantes estão convidados.
Abaixo algumas fotos da nossa participação, abraço.