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Jonathan Vitorio 

Mais um ano letivo se inicia, voltamos às aulas e as nossas escolas continuam com os mesmos problemas, seja em sua estrutura ou na falta de investimentos por parte do governo. Além disso, outros grandes ataques como a Reforma do Ensino Médio e a Lei da Mordaça avançam. A reforma sendo aprovada no Senado e o projeto da Escola Sem Partido continua tramitando na câmara de vereadores de Joinville e em outras cidades. 

A UJES (União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas) continua na luta contra todos esses ataques e em defesa da educação pública, gratuita e para todos. 

Saudamos também a todos os professores e aguardamos pela decisão de entrada em greve a partir de março pela defesa da previdência social. Aposentadoria também é necessária para nosso futuro.

Estaremos firmes e fortes em defesa de nossas escolas e de nossos direitos. 
Um bom ano de estudos para todos nós e estamos juntos, secundas!
2017 será um grande ano, juntem-se a nós, construindo grêmios e ajudando na organização da UJES!



Na manhã do dia 28/02, cerca de 170 alunos do Osvaldo Aranha se reuniram na frente da escola e seguiram para a XV de novembro, no Glória, em manifestação, que durou cerca de uma hora.

As principais reivindicações eram o atraso na reforma da escola, as más condições de alojamento na Anhanguera e o "corte de custo" feito nos ônibus escolares.


Nova direção da Ujes
Os estudantes de Joinville elegeram, neste sábado (7/12), a nova direção da União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas (Ujes). Os jovens foram eleitos sob as bandeiras da defesa da educação pública, combate à repressão e busca do socialismo. O congresso contou com delegados de várias escolas da cidade, que analisaram as consequências das manifestações deste ano e as próximas tarefas.

Na avaliação da estudante de cursinho pré-vestibular Daiane de Oliveira, 18 anos, o evento mostrou que as jornadas de junho despertaram muitos jovens para o movimento estudantil. “Vamos tentar atrair muito mais gente. Para isso, precisamos organizar uma campanha por serviços de transporte, saúde e educação públicos, gratuitos e para todos”, destacou Daiane.

A nova presidente da Ujes é Stefany Rebello Aguiar, 16 anos. Ela é presidente do grêmio estudantil da Escola de Educação Básica Conselheiro Mafra e militante da Juventude Marxista (JM). Stefany liderou as manifestações deste ano contra o fechamento do Conselheiro Mafra e depois para impedir a entrega da unidade para o Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC).

Stefany Rebello Aguiar, nova presidente da Ujes 
Para Stefany, o maior desafio para os 14 novos diretores da Ujes será politizar os estudantes. “Nossa tarefa será construir uma organização forte dos estudantes, que eles possam utilizar para resistir aos ataques do governo”, frisou.

O mandato da nova gestão da entidade secundarista tem duração de dois anos. Uma reunião com os membros do grupo eleito já foi convocada para esta semana, quando irão planejar as ações para o início de 2014.




No próximo sábado (19/10/2013), a União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas (UJES) estará organizando o Conselho Municipal de grêmios. A reunião, de acordo com o estatuto, é presidida pelo presidente da entidade. Ele é quem organizará os pontos de pauta, fará as inscrições e coordenará as votações.

Diretora da Ujes entrega pauta ao governador
Após a entrega do ofício ao Governador Raimundo Colombo (PSD) no dia 25 de junho a União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas (Ujes) conseguiu para o dia 11 de julho uma reunião com o Governador do Estado e seus representantes, para discutir novamente a educação em Joinville e a pauta de reivindicações dos estudantes das escolas estaduais da cidade.

Reunião em Florianópolis sobre a situação da educação estadual

Após dois meses de espera, a União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas (Ujes) finalmente conseguiu uma reunião com o Governo do Estado, em Florianópolis, no dia 26 de junho. A reunião teve o objetivo de discutir uma lista com 12 reivindicações, organizada pela Ujes e por grêmios estudantis da cidade.

As reivindicações tratavam do fim da interferência das direções escolares para o funcionamento das entidades estudantis (Ujes e Grêmios), do inicio das reformas das escolas parcial e totalmente interditadas além da construção de novas, quadras cobertas, instalação da rede elétrica (para o funcionamento do ar condicionado), laboratórios de informática e de ciências, aumento da velocidade da internet, bibliotecas e concurso para bibliotecário, a reenturmação, passe-livre aos estudantes para irem à escola, manutenção preventiva, além do pagamento do piso e hora atividade aos professores do estado.

Estudante da escola Antônia Alpaídes em manifestação

Na segunda-feira (03/06), estudantes da Escola Antônia Alpaídes organizaram um protesto exigindo a reforma do ginásio de esporte. Os alunos esperam pelo conserto há mais de um ano, que teve a cobertura destruída pelos ventos. 

Imagem: Internet

A educação agrega muitos aspectos, e um dos mais importantes (se não o mais) é a leitura, já que é esse o melhor meio de aprendizagem para os estudantes (e população, em geral). 

Incentivar a leitura é um papel do estado e deve ser tratado como prioridade. Um exemplo disso é a Venezuela, que distribuiu 50 milhões de livros com mais de 170 títulos diferentes gratuitamente a população Venezuelana.

Estudantes indo em direção à SDR

Cerca de 100 estudantes de escolas estaduais foram à Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR), na quarta-feira (15/05/13) para encaminhar o pedido de reunião com o governador Raimundo Colombo (PSD). A União Joinvilense dos Estudantes secundaristas (UJES) solicita o encontro com o governador para discutir: a reforma imediata e manutenção de todas as escolas, diminuição dos estudantes por sala, construção de quadras cobertas e bibliotecas em todas as escolas e pagamento do Piso Nacional aos professores.


Estudantes do Médici em assembleia em frente à escola 

A situação do fechamento de turmas continua a mesma. Então, os estudantes da escola Presidente Médici continuam a mobilização em busca de seus direitos. Nos dias dois e três de maio ocorreram dois protestos contra o fechamento das três turmas, na escola. 

Manifestantes, no dia trabalhador
A União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas (UJES) participou, no dia de hoje (01/05/13) do ato que reuniu professores do município, do estado e estudantes, em defesa da valorização dos profissionais da educação e de uma educação pública gratuita e de qualidade para todos.

Participaram também da manifestação, o grêmio estudantil da escola de Educação Básica Tufi Dippe e o vereador Adilson Mariano da Esquerda Marxista do PT. 

No dia 1° de maio, dia do trabalhador, os professores e estudantes deram o exemplo, mostrando que dia do trabalhador é um dia de lutar. Os manifestantes reuniram-se na frente do Centreventos, depois fizeram uma passeata pela Festa do Trabalhador, que ocorria no local.

A Ujes posiciona-se ao lado dos professores do município, que receberam uma proposta vergonhosa de reajuste salarial abaixo da inflação, apenas 4%, posiciona-se contra o fechamento de turmas nas escolas estaduais.

Texto: Iago Paqui

Imagem: Kleber Tobler


O Governo Raimundo Colombo decidiu fechar turmas e “reenturmar” os alunos. Essa decisão pode aumentar o número de estudantes em salas, que em muitas escolas já estão lotadas. A medida foi comunicada por meio de ofício (nº 0158/2013) enviado as gerências regionais de educação de todo o estado. O Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte- Joinville) afirma que essa ação pode gerar muitos problemas para os estudantes e trabalhadores em educação, além da superlotação de salas de aula, redução de carga horária de professores e demissão dos que ficarem sem aula.




Nessa quinta-feira (11/04) os alunos da escola Engenheiro Annes Gualberto, no Bairro Iriríu fizeram uma manifestação em frente à escola reivindicando a reforma imediata. A escola, segundo o governo encontra-se em reforma desde 18 de março, sem previsão de término.



Há mais de dez anos o governo do estado de Santa Catarina não constrói escolas de ensino médio, em Joinville. Nesse tempo, todos os candidatos que ganharam as eleições para o governo estadual prometeram novas escolas. Infelizmente, nenhum cumpriu e o povo sofre com as consequências.

No ano passado (2012), o governo Colombo decidiu fechar as extensões de ensino médio, nas escolas do município. Sem construir novas escolas e garantir vagas nas proximidades das residências dos alunos o governo decidiu não abrir mais as extensões, que funcionavam em período noturno, em bairros que não possuem instituição de ensino médio.

Esse ano, em reunião na Comissão de Educação da Câmara de Vereadores de Joinville (CVJ) o engenheiro Fabiano Lopes de Sousa da Secretaria de Desenvolvimento Regional disse que somente as escolas do Parque Guarani e Vila Nova irão ser construídas. Ou seja, não há previsão para a construção de escolas no Bairro Aventureiro, Espinheiros e Morro do Meio, Itaum que foram prometidas pelo governo Colombo.

A União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas (UJES) acredita que somente com a mobilização poderemos conquistar a construção das escolas. O atual governo já provou que pouco entende do problema da população. Precisamos ir para às ruas, mobilizar os estudantes, pais e professores para cobrar que o governo invista em educação e construa as escolas que Joinville precisa.



As interdições parecem estar fazendo parte do nosso calendário escolar. Segundo a Vigilância Sanitária, o principal motivo tem sido a falta de manutenção e as reformas. Nos últimos anos o governador Raimundo Colombo tem sido notificado sobre os problemas da educação, mas até o presente momento nenhuma ação para solucionar o problema foi executada.




Em 2013 começamos o ano com nove escolas estaduais interditadas pela vigilância sanitária, um reflexo do descaso do governo estadual. São cerca de oito mil estudantes que não irão iniciar as aulas, no dia 14 de fevereiro.

Desde que o governo Colombo assumiu em 2010, fomos vitimas de verdadeiros ataques a educação.  Nenhuma escola é construída há mais 10 anos e as que existem sofrem com o descaso do governo, pois não há a manutenção periódica das mesmas.

As escolas que ainda estão interditadas são o Rui Barbosa (Bucarein), Gertrudes Benta Costa (Itinga), Nagib Zattar (Jardim Paraiso), Conselheiro Mafra (Centro), Osvaldo Aranha (Glória), Rudolf Meyer (Floresta), Tufi Dippe (Iririú), Annes Gualberto (Iririú) e Maria Amim Ghanem (Aventureiro).

Só vamos conseguir barrar esse ataque contra a educação quando os pais, professores e estudantes se unirem e irem às ruas protestar. A Ujes defende a bandeira de uma educação publica gratuita e de qualidade para todos.

Luiz Neto


Como brinde de fim de ano os estudantes e trabalhadores receberam do governo municipal um aumento da passagem de ônibus. O ex-prefeito Carlito Merss reajustou a tarifa de R$ 2,75 para R$ 3,00 e a embarcada de R$ 3,10 para R$ 3,35. 

No segundo dia do novo ano, o prefeito eleito Udo Döhler revoga o valor da passagem dado por Carlito e concede novo reajuste. Ele aumenta R$ 2,75 para R$ 2,90 e de R$ 3,10 para R$ 3,30. Mesmo concedendo valor menor, Udo aumentou o valor da tarifa, que continua 300% acima da inflação. Ou seja, o novo governo continua favorecendo as empresas privadas do transporte coletivo.