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Diretora da Ujes entrega pauta ao governador
Após a entrega do ofício ao Governador Raimundo Colombo (PSD) no dia 25 de junho a União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas (Ujes) conseguiu para o dia 11 de julho uma reunião com o Governador do Estado e seus representantes, para discutir novamente a educação em Joinville e a pauta de reivindicações dos estudantes das escolas estaduais da cidade.

Portas do Conselheiro Mafra, interditado pela sétima vez

Vejo-me na luta pelo colégio E.E. B Conselheiro Mafra desde o ano passado. A história centenária do primeiro colégio estadual de SC e o primeiro a ensinar língua portuguesa, não pode acabar assim.

Simone Schramm alega que temos salas com poucos alunos, porém podemos justificar e responder claramente a esse fato.

Estudantes em frente a SDR exigem reforma imagem: AN
Estudantes da Escola Conselheiro Mafra organizaram uma manifestação, no dia quatro de julho, em frente da Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR), para exigir reforma da instituição, que está interditada desde o ano passado.

Reunião em Florianópolis sobre a situação da educação estadual

Após dois meses de espera, a União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas (Ujes) finalmente conseguiu uma reunião com o Governo do Estado, em Florianópolis, no dia 26 de junho. A reunião teve o objetivo de discutir uma lista com 12 reivindicações, organizada pela Ujes e por grêmios estudantis da cidade.

As reivindicações tratavam do fim da interferência das direções escolares para o funcionamento das entidades estudantis (Ujes e Grêmios), do inicio das reformas das escolas parcial e totalmente interditadas além da construção de novas, quadras cobertas, instalação da rede elétrica (para o funcionamento do ar condicionado), laboratórios de informática e de ciências, aumento da velocidade da internet, bibliotecas e concurso para bibliotecário, a reenturmação, passe-livre aos estudantes para irem à escola, manutenção preventiva, além do pagamento do piso e hora atividade aos professores do estado.


O Governo Raimundo Colombo decidiu fechar turmas e “reenturmar” os alunos. Essa decisão pode aumentar o número de estudantes em salas, que em muitas escolas já estão lotadas. A medida foi comunicada por meio de ofício (nº 0158/2013) enviado as gerências regionais de educação de todo o estado. O Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte- Joinville) afirma que essa ação pode gerar muitos problemas para os estudantes e trabalhadores em educação, além da superlotação de salas de aula, redução de carga horária de professores e demissão dos que ficarem sem aula.



Há mais de dez anos o governo do estado de Santa Catarina não constrói escolas de ensino médio, em Joinville. Nesse tempo, todos os candidatos que ganharam as eleições para o governo estadual prometeram novas escolas. Infelizmente, nenhum cumpriu e o povo sofre com as consequências.

No ano passado (2012), o governo Colombo decidiu fechar as extensões de ensino médio, nas escolas do município. Sem construir novas escolas e garantir vagas nas proximidades das residências dos alunos o governo decidiu não abrir mais as extensões, que funcionavam em período noturno, em bairros que não possuem instituição de ensino médio.

Esse ano, em reunião na Comissão de Educação da Câmara de Vereadores de Joinville (CVJ) o engenheiro Fabiano Lopes de Sousa da Secretaria de Desenvolvimento Regional disse que somente as escolas do Parque Guarani e Vila Nova irão ser construídas. Ou seja, não há previsão para a construção de escolas no Bairro Aventureiro, Espinheiros e Morro do Meio, Itaum que foram prometidas pelo governo Colombo.

A União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas (UJES) acredita que somente com a mobilização poderemos conquistar a construção das escolas. O atual governo já provou que pouco entende do problema da população. Precisamos ir para às ruas, mobilizar os estudantes, pais e professores para cobrar que o governo invista em educação e construa as escolas que Joinville precisa.



Em 2013 começamos o ano com nove escolas estaduais interditadas pela vigilância sanitária, um reflexo do descaso do governo estadual. São cerca de oito mil estudantes que não irão iniciar as aulas, no dia 14 de fevereiro.

Desde que o governo Colombo assumiu em 2010, fomos vitimas de verdadeiros ataques a educação.  Nenhuma escola é construída há mais 10 anos e as que existem sofrem com o descaso do governo, pois não há a manutenção periódica das mesmas.

As escolas que ainda estão interditadas são o Rui Barbosa (Bucarein), Gertrudes Benta Costa (Itinga), Nagib Zattar (Jardim Paraiso), Conselheiro Mafra (Centro), Osvaldo Aranha (Glória), Rudolf Meyer (Floresta), Tufi Dippe (Iririú), Annes Gualberto (Iririú) e Maria Amim Ghanem (Aventureiro).

Só vamos conseguir barrar esse ataque contra a educação quando os pais, professores e estudantes se unirem e irem às ruas protestar. A Ujes defende a bandeira de uma educação publica gratuita e de qualidade para todos.

Luiz Neto