Qual é o problema na sua escola? Ela vai ser fechada? Há goteiras? Faltam livros? Faltam carteiras? Faltam professores? As salas estão lotadas? Sofre-se com o calor ou com o frio? Se você estuda em uma escola pública, certamente falta algo, ou algo não funciona, ou está caindo aos pedaços.

Estudantes da extensão da Escola presidente Médici fazem manifestação  
Isso ocorre devido à falta de verbas. Não é que não haja dinheiro. O dinheiro existe, o problema é que, ao invés de utilizar o dinheiro em benefício do povo aplicando em educação, saúde, previdência e cultura, o governo paga juros da dívida pública. No orçamento do governo federal previsto para o ano de 2013 podemos ver isso claramente.  42%, cerca de 900 BILHÕES de reais, estão previstos para o pagamento da dívida pública, ou seja, para os banqueiros e capitalistas.  Apenas 11,9%, 117,424 bilhões vão para a educação e saúde.

Para os governos é mais importante proteger o lucro dos ricos, do que garantir acesso a uma educação pública gratuita e de qualidade para todos.

A decisão do governo estadual em fechar as extensões, em não abrir mais vagas, na Escola Ensino Fundamental Monsenhor Sebastião Scarzello, demonstra que seu compromisso também não é com o povo.

A União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas (Ujes) convoca todos os alunos a organizar grêmios estudantis livres e independentes. Precisamos unir os estudantes de todas as escolas e organizar uma luta por contra a destruição da escola pública!



Venha discutir a situação da educação estadual!
A União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas (Ujes) convida todos os estudantes das escolas estaduais a participar da Audiência Pública,no dia 21 de novembro, às 19h30, no plenário da Câmara de Vereadores de Joinville (CVJ).
Solicitada pelo vereador Adilson Mariano (PT), a Audiência Pública pretende reunir pais, professores, estudantes e os representantes do governo estadual para discutir uma solução para as escolas estaduais.
A Ujes acredita que a única solução seja: união e mobilização dos trabalhadores e jovens. O Governo do estado de Santa Catarina tem demonstrado que a educação estadual não é sua prioridade. Todos os anos nós vemos escolas sendo interditadas por falta de manutenção. Desde 1999 o Conselheiro Mafra já foi interditado cinco vezes.
A escola Monsenhor Sebastião Scarzello é exemplo claro do descaso do governo, após várias interdições eles estão propondo fechá-la e municipalizá-la. Outro exemplo do descaso com o povo é a decisão do governo em fechar as extensões das escolas estaduais nas escolas municipais.
O fechamento afetará 1500 estudantes, que sem escolas perto da sua casa irão se deslocar para outros bairros. O governo precisa manter as extensões e construir novas escolas.
Por isso, precisamos mostrar ao governo que queremos mais investimentos na educação. Queremos escolas em todos os bairros, quadras poliesportivas, laboratórios de ciências, bibliotecas e professores para todas as matérias. Queremos uma escola pública gratuita e com qualidade para todos!
Vamos à luta!  

Na última quarta-feira (12/09), cerca de 50 estudantes do Colégio Governador Celso Ramos se reuniram na Praça da Bandeira para reivindicar do Governo do Estado a merenda que no dia anterior foi cortada em sua escola.  Tal medida foi realizada, pois a instituição não recebeu verbas suficientes para a alimentação dos alunos, tendo que racionar o alimento antes do corte. Com isso, os alunos do turno integral estão estudando em apenas um turno.

Os estudantes protestaram com cartazes e faixas, contando com o apoio da Ujes nessa manifestação. Ao final do ato, os alunos levarão a Gerência Regional de Ciência e Tecnologia (Geect), um abaixo assinado com mais de 250 assinaturas reivindicando a volta da merenda e a adequação da cozinha, que corre o risco de ser interditada pela vigilância sanitária.

A manifestação também teve repercussão na mídia:

Jornal do Almoço - RBS

Jornal do Meio-Dia - RIC

Notícias da Redação - BAND


O corte da merenda no Celso Ramos é apenas mais um exemplo do descaso do Governo do Estado com a Educação. O repasse de verbas para as escolas vem diminuindo a cada ano, precarizando assim a estrutura de nossas escolas. Devemos organizar grêmio estudantis nas escolas e reivindicar o que de fato é nosso. A Ujes apoia o movimento no Celso Ramos e se põe a disposição par auxiliar qualquer movimentação na cidade. 

Estudantes, sigam em luta!


Isadora Faber, 13 anos, tem um celular na mão e uma conta no Facebook. Mesmo com uso proibido durante as aulas, os dois se tornaram instrumento de uma pequena revolução na Escola Básica Maria Tomázia Coelho, no Santinho, em Florianópolis. No começo de julho, a garota criou a página Diário de Classe em que publica fotos e vídeos das dificuldades da escola pública, como a falta de manutenção na escola e de professores titulares.
Na timeline, é possível ver imagens de fiação exposta, vidro, mesa e maçaneta quebrados, lixeira usada com balde para conter goteiras. "Eu e meus colegas estávamos sempre reclamando. Aí um dia minha irmã mais velha me mostrou um blog de uma aluna e resolvi fazer algo parecido", conta Isadora.  Não apenas reclamações são postadas, mas também a evolução ou solução do problema. Quando a porta foi consertada e enfeitada, a garota escreveu: "Antes tínhamos colocado uma porta toda quebrada, só que trocaram por essa que está novinha e queremos mostrar pra vocês" (foto ao lado).
A página, que na quinta-feira tinha 4 mil curtidores, tem hoje mais de 20 mil fãs que apoiam a estudante - e o número não para de crescer. Mas o sucesso alcançado se limita ao mundo virtual. Segundo a mãe de Isadora, Mel Faber, professores, colegas e até as merendeiras da escola a discriminaram por considerarem a atitude da garota negativa para a instituição. "Foi bem difícil para ela, mas estou com esperança de que isso vai mudar", diz Mel, se referindo aos acontecimentos do último dia. Jornais do Brasil inteiro ligaram para entrevistar a garota nesta segunda-feira,  e junto com a repercussão, uma das professoras pediu desculpas à Isadora. "Quando ela criou, falei que ela teria de enfrentar a vida real, fora do Facebook. No início, um dos colegas disse que ela deveria procurar outra escola. Ela respondeu que queria melhorar a escola, e não fugir da situação", conta.
Para a mãe, a garota sofreu pressões e represálias grandes para uma adolescente de apenas 13 anos. Mas a garota sustenta com a voz doce: "Sempre vai ter gente contra. Mas pelo menos muitas coisas melhoraram".
Segundo a Agência Estado, a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Educação de Florianópolis dará seu posicionamento apenas após uma reunião agendada com a secretária de Educação e a diretora da escola. O objetivo é checar o que procede e o que não procede nas postagens.
Fonte:  Clicrbs


A Ujes esteve presente na manifestação A Educação que Queremos, realizada ontem, quarta-feira 22 de Agosto. Cerca de 100 estudantes e professores, oriundos de Florianópolis, Araquari, Gaspar e Jaraguá do Sul se mobilizaram na Praça da Bandeira para se solidarizarem em apoio à greve dos servidores federais. A organização da manifestação ocorreu pelo conjunto dos DCE’s da Univille e Ielusc , além da União Florianopolitana de Estudantes Secundaristas (Ufes), Danma, CA de Sistemas do IFC de Araquari e a União Catarinense de Estudantes. Também estiveram presentes representantes do Sinte e do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica. (Sinasef).

Fala do Presidente da Ujes, Nicolas Marcos

O ato iniciou na Praça da Bandeira, onde as entidades presentes puderam apresentar suas falas. Em seguida, os presentes realizaram uma partida de futebol simbólica, para chamar a atenção dos populares à importância em que se dá a Copa do Mundo e ao descrédito a Educação. Após a partida os estudantes se dirigiram em passeata pelas principais ruas do Centro de Joinville onde finalmente retornaram a Praça da Bandeira, para o encerramento do ato. 

Confira como foi a manifestação: 

A importância do ato realizado se dá através da unificação das entidades em defesa da educação, um direito que é retirado a cada dia que se passa. Tal ato é realizado pelos governos estaduais e o federal, para cumprir com a dívida aos banqueiros, sendo 47% do orçamento geral da União destinado para o pagamento.

A Ujes entende que a educação pública se encontra em situação precária em todos os níveis, ao mesmo sentido que defende o movimento legítimo dos servidores federais, que estão lutando por um salário digno. Educação também se faz com um servidor bem remunerado. Para tal, nos encontramos dispostos a qualquer movimentação e convidamos os demais grêmios estudantis a nos ajudarem neste processo.



A União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas (UJES) convida todos os estudantes e trabalhadores a participarem da manifestação “A Educação que Queremos”, que acontecerá às 10h desta quarta-feira dia 22. A mobilização para a atividade acontece em todo o estado, com o objetivo de organizar uma multidão na Praça da Bandeira em Joinville. Estarão presentes o Diretório Acadêmico Nove de Março (Danma), DCE da Univille, DCE Florestan Fernandes (Ielusc), o Centro Acadêmico de Sistemas da Informação do Instituto Federal de Araquari, a União Catarinense de Estudantes (UCE), a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira de Estudantes Secundaristas (UBES).

O objetivo do ato é mostrar para a sociedade catarinense o descaso com a Educação em todos os níveis. A programação da atividade consiste na concentração às 10h na Praça da Bandeira. Depois de um momento de introdução e apresentação das entidades, os presentes poderão apresentar sua manifestação através de um púlpito que estará no local. Após a concentração ainda há a previsão de uma marcha pelo Centro da cidade e manifestações lúdicas para chamar a atenção da população e do poder público.

Convocamos todos os estudantes e grêmios estudantis a participarem deste movimento. Estaremos lutando por um direito nosso, garantido em lei. Toda presença será fundamental!

Contamos com todos!
Cartaz em A4 para as escolas

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As leis que regem o direito a meia-entrada afirmam que para ter o benefício os estudantes maiores de 18 anos devem possuir uma identificação, que é conhecida popularmente como carteirinha de estudante.A União Nacional dos Estudantes (UNE) detinha a exclusividade em emitir essa identificação até 2001, quando o governo federal emitiu a Medida Provisória Nº 2.208, que quebrava o “monopólio” da UNE.





Os professores das universidades federais estão em estado de mobilização e podem entrar em greve já no próximo dia 17. O estopim para a deflagração da provável greve foi o descumprimento por parte do governo Dilma, via Ministério da Educação, agora comandado pelo também petista Aloizio Mercadante, do acordo firmado em abril de 2011, no qual estabelecia até o dia 31 de março deste ano como prazo limite para o governo reajustar os salários em 4% e aplicar a reestruturação da Carreira Docente.


Os professores reivindicam também, que o programa do governo de ampliação das universidades federais, em curso, seja acompanhado da reestruturação dos antigos prédios e equipação dos novos edifícios. Muitas universidades têm sido construídas ou ampliadas somente com paredes e teto, sem laboratórios devidamente equipados, bibliotecas atualizadas e assistência estudantil como restaurantes universitário e moradia estudantil.

Até o momento, cerca de 30 universidades já sinalizaram para a greve, através de suas seções sindicais.


Na pauta de mobilização consta ainda o pedido de mais investimentos nos cursos de pós-graduação, especialização, mestrado e doutorado. Segundo o Sindicato Nacional dos Docentes, falta verba para o melhor desenvolvimento da produção científica. Por isso criticam o modelo produtivista que contaminou a produção intelectual. Através de mecanismos classificatórios e de forma mecânica é determinado quais universidades ou setores receberão recursos para a ciência.

Na maior parte das universidades, a pesquisa esta a serviço de empresas e não da sociedade. As instituições federais estão tomadas por fundações de "apoio" privado e terceirizações. A categoria também cobra autonomia universitária, visto que programas do governo como o Reuni e o Enade têm enquadrado ideologicamente os currículos.

Companheira Dilma e companheiro Mercadante, acordo tem que ser cumprido, pague o prometido já! Mais verbas para a universidade, por uma educação pública, de qualidade e de fato para todos!